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Política

Voo de galinha

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Por Cacau Menezes
16/04/2018 - 08h22 - Atualizada em: 16/04/2018 - 08h22
Marco Favero / Diário Catarinense

Ano passado, o candidato Jair Bolsonaro, numa palestra no Clube Hebraica, no Rio, comentou, sem imaginar quando e como isso seria usado contra ele, que teve cinco filhos, sendo os quatro primeiros homens; depois - palavras dele - deu uma fraquejada e veio uma mulher. Como se não bastasse, desdenhou de minorias étnicas e de pessoas obesas que vivem em Quilombolas. Numa conta rápida e amadorística, o candidato conseguiu a proeza de, em menos de 15 minutos, atingir 75% do eleitorado brasileiro, se somarmos mulheres, minorias e pessoas acima do peso. Líder da pesquisa Datafolha para a presidência da República, para seus opositores, Bolsonaro acabou cavando a própria cova, cometendo um verdadeiro suicídio eleitoral. É esperar pra ver. Como disse em entrevista ao DC no fim de semana, ele poder ser um candidato ruim, mas os outros são péssimos.

“Fala simbólica” Murilo Silva, advogado e secretário de Comunicação do PT/SC, com muita educação, diz que a fala do deputado federal Décio Lima, que também é presidente do PT de Santa Catarina, dirigida somente à militância de que a capital de SC seria Curitiba foi, na real, “uma forma evidentemente simbólica e carinhosa para homenagear o ex-presidente perante catarinenses que entendem que Lula sofre perseguição política”. Perseguição politica com todas aquelas provas e denúncias contra ele, doutor?

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