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    CONSTRANGIMENTO 

    Bravata tem limite

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    Carolina
    Por Carolina Bahia
    09/12/2019 - 18h49
    Vice.
    Hamilton Mourão. (Foto: Lauro Alves / Agência RBS)

    Mais uma vez o Planalto criou um constrangimento desnecessário. A decisão de enviar o vice Hamilton Mourão para a posse do novo presidente da Argentina é óbvia e poderia ter entrado na agenda de compromissos internacionais há dias. Jair Bolsonaro preferiu, no entanto, autorizar e desautorizar a ida do ministro da Cidadania, Osmar Terra, alimentando um clima de animosidade desnecessário com um dos seus principais parceiros comerciais.

    A ausência de uma alta autoridade brasileira seria uma afronta ao país vizinho. Parlamentares e conselheiros detectaram o risco e encaminharam sinais de alerta. É claro que Bolsonaro e Alberto Fernández não estão sintonizados politicamente. Isso não significa que eles não possam manter relações cordiais e diplomáticas, dentro do respeito mútuo à democracia.

    No encontro do Mercosul, em Bento Gonçalves, o brasileiro apresentou um discurso equilibrado, em defesa do interesse do crescimento da economia e prosperidade dos cidadãos do bloco. É isso o que interessa. O resto é bravata. 

    Roupa suja  

    O Conselho de Ética da Câmara está prestes a se tornar palco para a exposição da guerra interna do PSL. Há 12 representações contra integrantes do partido, sendo que oito foram protocoladas pelo próprio PSL contra a ala bolsonarista da sigla.

    Há 15 anos no conselho, o deputado Júlio Delgado (PSB-MG) afirma que estão banalizando os trabalhos com processos sem importância, além de tirar o foco de ações relevantes, como a que irá discutir a declaração de Eduardo Bolsonaro sobre o AI-5. 

    Pegou mal 

    Advogados da Lava-Jato classificaram como infeliz a declaração do presidente do TRF-4, Vitor Laus, de que não houve qualquer defesa de mérito nos últimos cinco anos de operação. Indignados, comentavam que Vitor Laus não leu os recursos ou nada entendeu. 

    Madrinha Michelle

    Michelle Bolsonaro será a madrinha da Frente Parlamentar de Prevenção e Combate ao Câncer Infantojuvenil, que terá sessão solene amanhã para lembrar o combate à doença.

    A expectativa é de que Bolsonaro acompanhe a primeira-dama. 

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