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Política

Fabrício Queiroz, a assombração de Flávio Bolsonaro

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Carolina
Por Carolina Bahia
31/01/2019 - 04h00
Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flavio Bolsonaro
(Foto: )

O fantasma de Fabrício Queiroz assombrará o jovem Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) durante o mandato no Senado. A previsão foi feita por um parlamentar experiente, que, de longe, observava o filho do presidente da República, atravessando os corredores do Congresso, cercado por jornalistas.

Sem diminuir o ritmo do passo firme, Flávio respondeu uma sequência de perguntas sobre as movimentações financeiras suspeitas identificadas nas contas do ex-motorista e os cheques na própria conta.Repetindo a frase preferida dos políticos enrolados, disse que mais nada tem a explicar e que sofre perseguição.

A fragilidade do filho de Bolsonaro pode ter reflexos no Palácio do Planalto. Os primeiros sinais práticos já apareceram. Questionado sobre a disputa à presidência do Senado, Flávio deixou de lado críticas ao emedebista Renan Calheiros (MDB-AL). Quem conhece o submundo de Brasília sabe que Renan pode ser um aliado generoso.

De bandeja 

Mais uma vez o Judiciário oferece, de bandeja, motivos para que o PT alimente a surrada narrativa da perseguição política a Lula. Um meio termo, como o criado pelo presidente do STF, Dias Toffoli - que chegou tarde demais - poderia ter sido negociado desde o início. A segurança e o risco de tumulto eram reais, mas poderiam ter sido contornados para garantir ao preso o direito de se despedir do irmão morto.

Para viabilizar

Parlamentares aliados do senador Esperidião Amin (PP-SC) passaram a quarta-feira em reuniões, tentando fechar um acordo para viabilizar a candidatura do catarinense à presidência do Senado. Adversários de Amin, no entanto, apostam que ele poderá desistir da candidatura.

Barragens

De um total de 3.386 barragens no país que serão fiscalizadas em caráter emergencial, 51 estão em Santa Catarina. As vistorias serão feitas por seus respectivos órgãos fiscalizadores.

Frase

– Vitória da PGR contra distribuição direcionada dos pedidos de soltura no caso – Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava-Jato, ao comentar que o ministro Gilmar Mendes não irá julgar a soltura do ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB). O caso ficará com o ministro Luís Roberto Barroso.

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