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Futuro ministro

Guedes força privatizações  

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Por Carolina Bahia
15/11/2018 - 04h00 - Atualizada em: 15/11/2018 - 04h00
Paulo Guedes
(Foto: )

Apesar do clima protocolar, a primeira reunião do presidente eleito Jair Bolsonaro e do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, com os governadores, deixou recados para os Estados. Com carta branca, Guedes fez questão de dizer a eles que a União estará disposta a rever o pacto federativo, a ajudar, mas que os Estados precisam fazer o ajuste fiscal, com um programa claro de privatizações. Isso significa que ele quer as famosas contrapartidas. Ou seja, não tem almoço grátis.

E, neste caso, o ministro tem razão. Nos últimos anos, os Estados abusaram no inchaço da máquina e não adotaram medidas para controlar gastos. Tanto que 14 Estados ultrapassaram em 2017 o limite imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal de 60% da receita corrente líquida em gastos com pessoal, entre eles Santa Catarina – que comprometeu 60,57%.

Questionado sobre a proposta de privatizações e se alguma companhia poderia ser vendida em Santa Catarina, o governador eleito Carlos Moisés Silva declarou que neste momento o grupo de transição de governo está analisando a situação das estatais catarinenses, antes de tomar alguma decisão.  

 

Menos médicos

O fim da presença dos cubanos no programa Mais Médicos no governo de Bolsonaro não surpreende, mas é um problemão que o novo ministro da Saúde terá de resolver. Prefeitos que contam com esses profissionais nas regiões mais distante em breve estarão fazendo fila em Brasília, exigindo uma solução.  

Líder

O partido Novo bateu o martelo sobre quem será o líder do partido na Câmara. O escolhido é o deputado Marcel Van Hatten (RS), que chega ao Congresso com a sétima maior votação da Câmara, com 349.855 votos. Entre as prioridades da bancada, está a votação da reforma da Previdência e o fim do fundo partidário.  

 

Frase

100% só confio no meu pai e na minha mãe – Jair Bolsonaro, presidente eleito ao responder a pergunta se confia totalmente no futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, acusado de envolvimento em Caixa 2.

 

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