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Por que a morte da menina Ágatha, no RJ, coloca em xeque bandeira de Bolsonaro na área da segurança

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Por Carolina Bahia
22/09/2019 - 17h21
Ágatha Félix morreu na sexta-feira com um tiro nas costas (Foto: Reprodução / Redes Sociais)

A morte da menina Ágatha Vitória com um tiro nas costas, em uma favela do Rio, reabriu a discussão sobre uma das promessas de campanha do presidente Bolsonaro na área de segurança: o excludente de ilicitude. 

A proposta integra o pacote anticrime do ministro da Justiça, Sergio Moro, e estabelece punições mais brandas para excessos cometidos por policiais em operações no combate ao crime. 

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), usou as redes sociais, neste domingo (22), para expressar solidariedade à família da menina e para afirmar que defende uma avaliação cuidadosa e criteriosa sobre o excludente de ilicitude. 

O tema está em debate no Congresso, mas sem data para votação. Nos bastidores, a própria equipe de Moro nunca foi convicta da eficácia desta medida. Agora, depois de mais uma tragédia envolvendo uma criança, o debate ganhará corpo na Câmara.

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