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Força no Congresso

Só Bolsonaro desarma a pauta-bomba

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Por Carolina Bahia
13/11/2018 - 04h00 - Atualizada em: 13/11/2018 - 04h00
Bolsonaro
(Foto: )

Somente Jair Bolsonaro tem condições de desarmar a pauta-bomba que ganha força no Congresso. Depois do reajuste dos ministros do STF e dos incentivos à indústria automobilística, uma cesta de bondades está pronta para ser aprovada.

Com o poder do resultado das urnas e a habilidade já comprovada nas redes sociais, o presidente eleito deveria mobilizar os parlamentares atuais para que respeitem a necessidade do esforço fiscal, deixando o caminho preparado para o novo Congresso. Essa deveria ser a principal bandeira do governo.

Bolsonaro voltou às redes sociais, com um vídeo sobre vários assuntos, mas perdeu a chance de falar sobre o que interessa. Bater no que ele chama de viés ideológico nas escolas e criticar o Enem pode alimentar o bate-boca entre esquerda e direita, mas só faz espuma. O futuro presidente deve canalizar essa força para a vida real. E a realidade exige negociação com o Congresso, controle de gastos e um direcionamento claro da questão fiscal, desde agora.

Reataram

Desafetos desde os tempos da votação fracassada do projeto das 10 medidas contra a corrupção, os deputados Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Onyx Lorenzoni (DEM-RS)deixaram as mágoas de lado. O presidente da Câmara e o futuro ministro da Casa Civil se encontraram para conversar sobre a pauta deste ano. Onyx voltou a falar que a reforma da Previdência deve mesmo ficar para o ano que vem.

 

Sintonia 

O nome de Joaquim Levy para o BNDES reforça o compromisso do governo Bolsonaro com o ajuste fiscal. Levy ficou menos de um ano à frente do Ministério da Fazenda no governo Dilma porque sofreu boicote do próprio PT. Chamado de “Mãos de Tesoura”, defendia cortes radicais de gastos e até a volta da CPMF para financiar a Previdência. Levy e o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, estão em total sintonia. 

Padrinhos

A Frente Parlamentar da Saúde defende o nome de Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) para assumir a pasta da saúde. O deputado preside a Frente Parlamentar da Medicina, é ortopedista pediátrico e tem MBA em gestão e saúde. O nome está em análise pelo presidente eleito e não há definição. Se for escolhido, será o terceiro ministro do DEM na equipe de Bolsonaro.

 

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