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    Política

    Votação da reforma da Previdência em 2018, por enquanto, não passa de uma boa intenção

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    Carolina
    Por Carolina Bahia
    08/11/2018 - 19h04 - Atualizada em: 08/11/2018 - 21h17
    Bolsonaro
    (Foto: )

    A  votação da reforma da Previdência em 2018, por enquanto, não passa de uma boa intenção. Mesmo concentrado apenas em questões infraconstitucionais, é difícil que o projeto se viabilize este ano. 

    Na prática, a equipe do presidente eleito Jair Bolsonaro não se preparou para enfrentar um tema tão espinhoso logo de cara, antes mesmo da posse. Embora o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, considere uma prioridade, não há real mobilização de forças para colocar a votação em pé. Isso significaria: levantamento de mapas de intenções de votos e o total engajamento do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Nada disso ocorreu ainda. 

    Os parlamentares comentam que não há ambiente para retomar o assunto. Deputados que abraçaram a defesa da reforma de Michel Temer, como Beto Mansur (MDB-SP) e Darcísio Perondi (MDB-RS) não conseguiram se reeleger e estão politicamente fragilizados. Já quem participou das negociações e conseguiu se eleger, reconhece que mexer na aposentadoria é desgastante: 

    — Paguei meu preço. Sabe-se lá como eu me salvei nessa eleição. Só Deus sabe! — comenta um dos líderes aliados a Temer. 

    Para concretizar a reforma, Bolsonaro tem que colocar o bloco da rua, com a força dos votos e do domínio das redes sociais. Isso ainda não ocorreu. 

     

    Sem frescuras

    Sérgio Moro
    (Foto: )

    Estrela do governo Bolsonaro, o futuro ministro da Justiça, Sergio Moro, não faz questão de se esconder. Trabalhando na sede da transição, ele desceu no café - que fica no saguão do centro cultural Banco do Brasil - para tomar um café, ao lado de jornalistas e funcionários do local.

    UPAS

    Em Santa Catarina, pelo menos três prefeituras já pediram ao Ministério da Saúde a readequação dos prédios das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs): Navegantes e Concórdia, que estão com os prédios prontos e fechados, e Garopaba, que está em obras. Se os pedidos forem aprovados, os espaços poderão ser abertos com outros serviços de saúde. A secretária de Saúde de Garopaba, Tatiane Ávila Pacheco, tem viagem marcada para Brasília no dia 20 para tratar do assunto pessoalmente com o ministro Gilberto Occhi (Saúde).

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