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Eleições

Possibilidade de candidatura própria em 2020 expõe racha no PSD de Blumenau

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Por Clóvis Reis
18/09/2019 - 10h00
Napoleão Bernardes
Napoleão Bernardes ingressou no PSD para que a agremiação retomasse o protagonismo em Blumenau (Foto: Betina Humeres, BD)

O PSD de Blumenau está rachado. A divisão é resultado das divergências sobre o projeto político de 2020. O grupo do ex-prefeito Napoleão Bernardes e o vereador Professor Gilson, alinhados com a executiva estadual, defendem uma candidatura própria para a disputa da prefeitura nas próximas eleições.

Os empresários Ricardo Stodieck e Ronaldo Baumgarten Júnior seriam uma alternativa para o projeto. A ala liderada pelo deputado Ismael dos Santos pensa diferente e articula a candidatura da pedagoga Denise dos Santos, esposa do deputado, em uma composição com outros partidos. A queda-de-braço criou uma saia justa na recente reunião do diretório.

Vitoriosa a segunda alternativa, a filiação do ex-prefeito Napoleão perde um pouco o sentido. Ele ingressou no PSD para que a agremiação retomasse o protagonismo no município, o que está em xeque caso o partido renuncie a uma cabeça-de-chapa e assuma uma posição de coadjuvante na disputa da prefeitura.

Pouco confortável com a situação, o Professor Gilson está praticamente fora da legenda. Ele negocia com o deputado Laércio Schuster (PSB) um novo projeto para 2020.

Filiação

O prefeito Mário Hildebrandt (sem partido) diz que a filiação partidária não está em pauta no momento, que a prioridade é a gestão do município, mas no PSDB aumenta a expectativa pelo ingresso do prefeito.

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O ex-deputado João Paulo Kleinubing (DEM), que até o momento não confirma nem descarta a candidatura a prefeito no ano que vem, avisou a interlocutores próximos que em dezembro anunciará uma decisão. O papel de JPK na sucessão é, hoje, a principal dúvida da próxima eleição.

Licitação

A prefeitura lançou ontem o edital de concorrência para contratação da empresa que fará os serviços de roçada, manutenção de praças e jardins, e limpeza pública. Os serviços eram de responsabilidade da URB e estavam a cargo de uma empresa contratada em regime emergencial após o fechamento da companhia, em março. A licitação atende recomendação do TCE.

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