A prefeitura de Balneário Camboriú fez uma força-tarefa nesta terça-feira (9) para apagar pichações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o governador Jorginho Mello (PL) e o prefeito Fabrício Oliveira (PL). As mensagens apareceram logo após a realização do congresso CPAC, que alçou a cidade a “capital da extrema direita” no último fim de semana.

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O evento reuniu Bolsonaro, o presidente argentino Javier Milei, e outras figuras da extrema direita latino-americana, como Gustavo Villatoro, ministro da Justiça e Segurança Pública do presidente de El Salvador, Nayib Bukele, o presidente do partido de extrema-direita do Chile, José Antonio Kast, e o pré-candidato à Presidência do México, Eduardo Verástegui.

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As pichações foram feitas nos túneis sob a BR-101 e numa das passarelas. Nesta manhã, a prefeitura enviou para os locais a chamada Equipe do Capricho, que atua junto à Secretaria de Obras, para cobrir rapidamente as mensagens.

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Para a força-tarefa, a prefeitura invadiu área de competência da concessionária da rodovia, a Arteris Litoral Sul, que é a responsável pelas estruturas de apoio à BR. Esses locais são considerados área de domínio federal.

Pichação é considerada crime no Brasil, com pena de detenção e multa. Os responsáveis pelas mensagens deixadas nas edificações em Balneário Camboriú não foram identificados.

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