A Polícia Civil de Santa Catarina prestou apoio à Polícia Civil do Rio Grande do Sul na prisão de dois foragidos gaúchos que comandam uma facção criminosa no Sul do Estado vizinho. Usando documentos falsos, eles tinham uma vida luxuosa em Tubarão, com mansão e Porsche na garagem.

Continua depois da publicidade

Entre na comunidade exclusiva de colunistas do NSC Total

O Delegado Geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, confirmou que já há uma investigação em aberto para saber se eles haviam estendido as atividades criminosas para o Estado. Os dois criminosos usavam tornozeleira eletrônica, mas arrebentaram os dispositivos.  

Um dos presos tem mais de 50 anos de pena a cumprir e estava foragido desde que rompeu a tornozeleira, em 2021. O outro preso havia rompido a tornozeleira em janeiro deste ano.

Candidatas acusam SC de descumprir decisão do STF em concurso da PM

Continua depois da publicidade

– Estavam ostentando uma vida como pessoas bem sucedidas, vivendo em uma casa bem estruturada, utilizando de veículos luxuosos, como um Porsche, avaliado em quase R$ 700 mil, e ainda assim seguindo a cadeia de comando das ações do grupo criminoso – disse o delegado gaúcho César Nogueira, responsável pelas investigações.

A apuração levou cerca de um mês para ser concluída. A polícia identificou que, em 10 meses, a dupla movimentou R$ 25 milhões.

Durante a operação de prisão, que ocorreu no último sábado, foram apreendidos documentos falsos, celulares, carteiras de identidade falsas e três veículos, incluindo um Porsche de R$ 700 mil.

Destaques do NSC Total