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    Empresário é assassinado na frente de casa em Balneário Camboriú

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    Dagmara
    Por Dagmara Spautz
    20/01/2020 - 16h01 - Atualizada em: 20/01/2020 - 18h08
    Local onde ocorreu o crime ganhou uma faixa de luto nesta segunda à tarde (foto: Fabiano Correia)
    Local onde ocorreu o crime ganhou uma faixa de luto nesta segunda à tarde (foto: Fabiano Correia)

    O empresário Humberto Luís Cavazzoto, 49 anos, foi morto a tiros na manhã desta segunda-feira (20) em frente à casa onde morava, na Rua 3110, no Centro de Balneário Camboriú. De acordo com o delegado Ícaro Malveira, responsável pelas investigações, o assassino é um homem negro, com 1,75 a 1,80 metro de altura.

    A Polícia Civil trabalha com a hipótese de execução premeditada.

    Cavazzoto estava na frente de casa por volta das 8h3min, horário em que tomaria chimarrão com um amigo – hábito que mantinha diariamente – quando foi surpreendido pelo assassino. O homem atirou seis vezes, ameaçou o amigo do empresário e saiu caminhando. Fugiu em um Voyage prata, que foi abandonado três quadras à frente. O carro havia sido roubado no domingo no Bairro Espinheiros, em Itajaí.

    O empresário tentou se proteger e correu para dentro de casa quando começaram os disparos, mas ele já havia sido atingido. Uma equipe do Samu prestou socorro, e o médico constatou a morte.

    Imagens ajudarão a esclarecer crime

    Nesta tarde, os investigadores da Polícia Civil estão em busca de imagens de câmeras de monitoramento que ajudem a identificar o assassino. O amigo que estava com o empresário no momento do atentado deve prestar depoimento no fim do dia.

    - Nada foi roubado, então trabalhamos com a hipótese de uma execução premeditada, mas não sabemos ainda qual seria a motivação. Vamos investigar – disse o delegado.

    Cavazzoto era dono de uma fábrica de eixos de reboque para embarcações, que funcionava ao lado de sua casa. Segundo a polícia, além do chimarrão na calçada, ele fazia o trajeto entre a casa e a indústria diariamente, no horário em que ocorreu o crime. O que indica que o assassino conhecia sua rotina.

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