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    Justiça arquiva processo contra membros da Fúria Marcilista por morte de torcedor do Avaí

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    Dagmara
    Por Dagmara Spautz
    17/09/2019 - 14h37 - Atualizada em: 17/09/2019 - 15h14
    (Foto: Charles Guerra, Arquivo NSC)
    (Foto: Charles Guerra, Arquivo NSC)

    O juiz Roque Cerutti, da 1ª Vara Criminal de Balneário Camboriú, decidiu arquivar o processo em que dois membros da torcida organizada Fúria Marcilista foram indiciados pela morte de João Grah, torcedor do Avaí de 27 anos.

    Grah morreu ao ser atingido por uma pedra, lançada de cima de um viaduto da BR-101 sobre o ônibus em que ele viajava, na companhia de outros torcedores. O crime ocorreu há cinco anos, em setembro de 2014.

    Três pessoas foram acusadas pelo Ministério Público – um adolescente de 17 anos, cujo processo correu em segredo de Justiça, e dois adultos, João Pedro Rodrigues e Michael Rafael Rodrigues. O juiz considerou que “não há conjunto probatório ou indícios suficientes para encaminhar os denunciados a julgamento pelo tribunal popular do júri”.

    O advogado Luiz Eduardo Cleto Righetto, que representou João Pedro e Michael, explicou que, caso surjam novas provas, o caso pode ser reaberto.

    - A polícia fez um belo trabalho, mas não foi suficiente para indicar prática de crime. Conseguimos provar que Michael estava em casa (no horário do crime) e João Pedro foi indiciado porque o veículo da mãe foi usado para ir até o viaduto – disse.

    João Grah foi atingido quando retornava de Curitiba (PR), onde assistiu uma partida entre Paraná e Avaí. Ele era sobrinho de Zari José Farias Filho, então conselheiro do clube.

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