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Luciano Hang diz que suspeita de bomba na Havan de Brasília é atentado político

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Por Dagmara Spautz
04/01/2019 - 16h33 - Atualizada em: 04/01/2019 - 16h37
Suspeita de bomba na Havan
Suspeita de bomba na Havan (Foto: Arquivo Pessoal Luciano Hang)

O empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, foi surpreendido nesta sexta-feira pela informação de uma suposta bomba no estacionamento de uma de suas lojas, em Brasília. O artefato era falso, sem explosivos — mas demandou uma grande operação na capital federal.

Em entrevista, nesta tarde, o empresário comenta o caso, diz acreditar que se trata de uma retaliação por seu posicionamento político, e revela que já recebeu ameaças de morte. O catarinense trabalhou ativamente pela eleição do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Entrevista: Luciano Hang

Como soube da suspeita de bomba?

Às 11h40min um cliente passa no estacionamento, vê (a suposta bomba) e chama a polícia. Veio Bombeiros, esquadrão anti-bombas, robô. Embora não tivesse o explosivo, isso é um atentado terrorista. Estão querendo intimidar quem quer ajudar o governo. A intenção é intimidar.

Devido à sua atuação política?

Não tenho dúvida, foi colocado do lado da estátua da liberdade. A Havan continua seu trabalho, eu não tenho partido nem político de estimação. Tivemos uma defesa da mudança do Brasil. Estamos felizes com a mudança, o povo também está. Não pode haver represália a quem se posicionou.

Não é prematuro falar em atentado político?

A Havan se posicionou nessas Eleições, acho que está diretamente relacionado sim. Não teria outro motivo.

Pediu à polícia que investigue o caso por esse viés?

Tem câmeras, tem imagens, e queremos que se verifique porque o susto foi grande, acionaram muita gente. Foram perdidas quatro, cinco horas em cima disso.

Você está mudando algo em relação à sua segurança?

Mudei um pouco já depois que recebi ameaças de morte.

Houve ameaças de morte?

Houve, através das redes sociais, do SAC (serviço de atendimento ao consumidor). Eu espero que se possa ter (oposição) na palavra, não precisa ser com bomba, com arma, com faca. Vamos discutir.

Como vai agir em relação a essa suspeita?

Vou continuar vigilante, tentar ficar mais atento. Mas acho que isso é inaceitável. Temos que ter o direito de nos expressar, votar em quem quisermos sem sermos perseguidos.

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O que acontece de mais relevante em boa parte do litoral catarinense, especialmente Itajaí e Balneário Camboriú. Fontes exclusivas e informações de credibilidade nas áreas de política, economia, cotidiano e segurança.

dagmara.spautz@somosnsc.com.br

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