Em missão oficial no Uruguai, a vice-governadora Marilisa Boehm (PL) avalia a viabilidade de implantação de um sistema de zonas francas em Santa Catarina, similar ao modelo uruguaio. A equipe da agência de fomento Investe SC, que acompanha a viagem, passou por uma reunião de duas horas no Ministério da Economia do país vizinho, analisando as medidas legislativas que permitem implementar o sistema.

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A comitiva também teve agendas com o Embaixador brasileiro no Uruguai, Marcos Raposo Lopes, e com gestores da Aguada Park, segunda maior zona franca do país vizinho.

– É primordial que tenhamos um planejamento para que algumas áreas do nosso estado, que hoje ainda não alcançaram pleno desenvolvimento econômico, tenham condições de atingi-lo. Por isso, é preciso conhecer modelos que deram certo e que trazem emprego e renda – afirmou a vice-governadora.

A Zona Franca do Uruguai possui áreas industriais, como na Zona Franca de Manaus, no Brasil – mas é focada especialmente em tecnologia. O país atraiu gigantes como a chinesa TikTok, que montou por lá a representação na América do Sul, e retirou da Argentina recentemente o escritório do Mercado Livre .

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Prefeitos Tiktokers viram um problema para a Justiça Eleitoral

O país tem 11 zonas francas com regime jurídico próprio, com benefícios fiscais e facilidades para atração de empresas estrangeiras.

Santa Catarina possui uma Zona de Processamento de Exportação (ZPE) há três décadas, em Imbituba. Recentemente, ela entrou na mira do Programa de Parcerias de Investimentos do Estado (PPI-SC), que está sob o guarda-chuva da Secretaria da Fazenda. Em abril, o Estado abriu um processo de manifestação de interesse para sondar o mercado sobre a concessão da operação à iniciativa privada.

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