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Quem são os gideões, do congresso que Bolsonaro visita nesta quinta

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Por Dagmara Spautz
02/05/2019 - 18h07 - Atualizada em: 02/05/2019 - 18h28
Gidões se reúnem todos os anos em Camboriú (Diorgenes Pandini / DC)
Gidões se reúnem todos os anos em Camboriú (Diorgenes Pandini / DC)

"Uma visão de Deus". É assim que a página oficial do Gideões Missionários de Última Hora se descreve. Criado no final da década de 1970 por Cesino Bernardino em Camboriú, o grupo conquistou outras partes do país até chegar a 19 estados.

O primeiro Congresso dos Gideões ocorreu no início da década de 1980 e atualmente reúne milhares de fiéis no litoral de Santa Catarina. Na edição de 2019, a 27ª edição, são esperadas 150 mil pessoas em dez dias de evento. Entre as motivações no evento está arrecadar recursos para ações sociais que o grupo afirma fazer em todos os continentes.

O fundador dos gideões, o pastor Cesino, morreu em 2016, aos 81 anos. Nascido em Imbituba, ele foi responsável pela atuação dos gideões chegar a 43 países. 

Apoio evangélico a Bolsonaro

A bancada evangélica teve um papel importante na campanha de Bolsonaro. O atual presidente esteve em Camboriú para prestigiar o congresso dos gideões e prometeu retornar no ano seguinte. 

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O que acontece de mais relevante em boa parte do litoral catarinense, especialmente Itajaí e Balneário Camboriú. Fontes exclusivas e informações de credibilidade nas áreas de política, economia, cotidiano e segurança.

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