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Vídeo: Ambulantes irregulares agridem fiscais em Itapema

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Por Dagmara Spautz
16/01/2020 - 08h57 - Atualizada em: 16/01/2020 - 09h01
Fiscais agredidos em Itapema (foto: Reprodução)
Fiscais agredidos em Itapema (foto: Reprodução)

Um grupo de ambulantes irregulares agrediu, na última terça-feira (14), fiscais da prefeitura de Itapema que atuam nas praias. Segundo informações da prefeitura, o ataque ocorreu em resposta às ações de fiscalização feitas no mesmo dia, em que foram recolhidos óculos, panos de prato, chapéus e embalagens de queijo coalho.

Cinco dos ambulantes que participaram das agressões foram identificados pela Polícia Militar. Ninguém foi preso.

As agressões ocorreram na altura da Rua 237. A nota oficial divulgada pela prefeitura diz que os fiscais foram cercados por cerca de 20 vendedores ilegais e agredidos com pedras, socos, pontapés e golpes de capacete. As imagens mostram os servidores da prefeitura acuados pelos agressores.

Uma fiscal, de 60 anos, precisou ser levada ao Hospital Santo Antônio para atendimento médico. Ela já foi liberada, e passa bem. Outros fiscais agredidos passaram por exame de corpo de delito.

Veja o vídeo

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Ambulantes irregulares agridem fiscais em Itapema

Mais irregularidade nas praias

Jeferson Patrick Rabock, diretor de fiscalização da prefeitura de Itapema, diz que o número de ambulantes ilegais nas praias de Itapema aumentou nesta temporada, em comparação com os anos anteriores. Diferente de outros verões, quando havia muitos estrangeiros entre os ambulantes ilegais, desta vez os brasileiros são maioria.

A situação se repete em outras praias no Estado. A crise econômica e o desemprego empurraram muitos trabalhadores para a atividade informal – em muitos casos, irregular. A venda de queijo coalho, por exemplo, é proibida porque é um produto perecível e com risco de contaminação.

Os alvarás para atuar nas praias de Itapema foram distribuídos em julho do ano passado. Por lei, são emitidos 300 alvarás a cada verão, que incluem desde os vendedores de milho e churros, até os ambulantes. Para a venda de materiais como os que foram apreendidos, o alvará custa R$ 1,2 mil.

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O que acontece de mais relevante em boa parte do litoral catarinense, especialmente Itajaí e Balneário Camboriú. Fontes exclusivas e informações de credibilidade nas áreas de política, economia, cotidiano e segurança.

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