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Tentativa de acordo

Tratamento de água e esgoto em troca de penitenciária em Imaruí

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Por Diogo Vargas
09/11/2018 - 08h42 - Atualizada em: 09/11/2018 - 08h42
Audiência esta semana em Florianópolis buscou acordo para a cidade aceitar unidade prisional (Foto: Divulgação/Justiça Federal)

Em uma tentativa de conciliação na Justiça Federal para demover a prefeitura de Imaruí, no Sul, a aceitar uma penitenciária, surgiu a viabilidade de construção de uma estação de tratamento de água e esgoto da Casan.

A proposta foi feita pela Defensoria Pública da União ao prefeito Rui José Candemil Junior (PSD). Na reunião, na quarta-feira, ele disse que um dos pontos que dificultam a unidade prisional na cidade é justamente o problema de água e saneamento básico. Imaruí tem 10,3 mil habitantes.

800 detentos

Outra proposta é fixar em 800 vagas e não em 1,3 mil a capacidade de detentos. Novas audiências serão realizadas ainda em novembro em busca de acordo.

O imbróglio de Imaruí na recusa pela penitenciária é o mais antigo em Santa Catarina: começou há sete anos, mesmo o Estado tendo pago R$ 1,7 milhão por um terreno. A prefeitura não aceita a prisão.

"Benefícios são grandes"

Na audiência, a juíza Micheli Polippo deixou claro que “pode parecer desvantagem, mas os benefícios para a cidade são grandes: aumenta a segurança com a circulação de policiais e, além disso, o programa de saúde pago pela União, que atende à população carcerária, pode ser estendido para a comunidade local, com atendimento de médicos na rede pública”.

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