O Avaí venceu o clássico contra o Figueirense na estratégia, na eficiência e na defesa. Sim, o sistema defensivo foi muito bem. Até mesmo na expulsão – injusta – do zagueiro Alysson, a equipe se comportou bem, fechando os espaços e sem dar muitas chances ao adversário.

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O Avaí teve a estratégia melhor, com bolas longas, com utilização do espaço e apostando nas bolas paradas, que acabaram definindo o jogo. O Figueirense insistiu em tocar bola num gramado que não permitia. Primeiro com Jorginho, depois com Raynan, e por último com Dudu. O Figueirense não soube se adaptar ao que o jogo pedia.

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No Avaí alguns jogadores foram especiais. O líder do sistema defensiva foi o volante Zé Ricardo, que foi o melhor do clássico. Mas o garoto Baldini foi gigante, não se intimidando com os jogadores mais experientes do ataque do Figueirense. Muito pelo contrário, com seus 18 anos ele se impôs, liderando as ações defensivas dentro da área avaiana.

No ataque, Garcez e Talisson foram incansáveis. Correram até onde as pernas não alcançavam mais com um gramado que não permitia muito jogo, mas pedia luta e empenho. Talisson ainda foi decisivo com o segundo gol.

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A atuação e o resultado podem e devem mostrar caminhos para o técnico Cauan de Almeida. Talvez o Avaí atual, em algumas partidas, seja o melhor Avaí fechado e dos contra-ataques. Nem sempre as melhores escolhas são o jogo construído desde a defesa ou a pressão no ataque.

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Para o Figueirense, o clássico pesa para dois personagens em especial. O primeiro deles é o goleiro Igo Gabriel, que falhou nos dois gols do Avaí e já havia falhado no meio de semana contra o Brusque. O segundo é o técnico Waguinho Dias, que apostou tudo no clássico, tirando titulares contra o Brusque, e termina a semana com duas derrotas.  

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