Foram 20 horas de voo, algumas complicações burocráticas a cada novo embarque nas conexões em dois países diferentes, e finalmente chegamos ao Catar para a Copa do Mundo, que começa no domingo, dia 20.

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A primeira impressão de Doha é de uma cidade muito iluminada. Mais do que o normal. Quando você desce, você percebe o porquê. Os prédios realmente são muito iluminados. E isso torna ainda mais impressionante o visual da cidade lá de cima.

Quando escrevo “ainda mais impressionante” é porque a cidade já impressiona por suas construções, sua arquitetura. Já no chão, por onde passamos, no caminho entre o aeroporto e o hotel, na chegada, tudo muito novo e bonito. Parece uma cidade que foi modelada, pré-fabricada e encaixada parte por parte.

A hospitalidade foi uma das marcas no desembarque. Há muita gente disposta a ajudar. E é ajuda mesmo. Na nossa cultura, ficaríamos desconfiados das “ajudas”, como inicialmente ficamos realmente.

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Mas quando percebemos – eu, o repórter Carlos Rauen e o repórter cinematográfico Mateus Castro, que se tratava de gente apenas disposta a receber bem e ajudar mesmo, deixamos acontecer e o suporte foi muito importante e necessário.

Os Qataris queriam bater fotos conosco, e quando souberam que éramos do Brasil a conversa foi ainda mais agradável. Passaram a falar sobre sobre Neymar e Messi. Já se percebe rapidamente que há um grande fanatismo em relação a Messi – algo que deu a entender que a Argentina é a segunda Seleção atualmente “nos corações dos torcedores” locais. Mas isso é assunto pra depois.

Serão 32 dias aqui a partir de agora. Há ainda muita coisa pra ver, perceber e contar. A primeira impressão foi muito positiva. A Copa do Mundo é festa e união dos povos. E pelo que percebemos na entrada, o Qatar está disposto a fazer muito agradável e inesquecível essa grande festa.

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Primeira impressão de Doha é de uma cidade muito iluminada. Mais do que o normal. Quando você desce, você percebe o porquê. Os prédios realmente são muito iluminados. E isso torna ainda mais impressionante o visual da cidade lá de cima. (Foto: Rodrigo Faraco / NSC Total)
Quando escrevo “ainda mais impressionante” é porque a cidade já impressiona por suas construções, sua arquitetura. (Foto: Rodrigo Faraco / NSC Total)
A hospitalidade foi uma das marcas no desembarque. Há muita gente disposta a ajudar. E é ajuda mesmo. Na nossa cultura, ficaríamos desconfiados das “ajudas”, como inicialmente ficamos realmente. (Foto: Rodrigo Faraco / NSC Total)
Quando escrevo “ainda mais impressionante” é porque a cidade já impressiona por suas construções, sua arquitetura. Já no chão, por onde passamos, no caminho entre o aeroporto e o hotel, na chegada, tudo muito novo e bonito. (Foto: Rodrigo Faraco / NSC Total)
Parece uma cidade que foi modelada, pré-fabricada e encaixada parte por parte. (Foto: Rodrigo Faraco / NSC Total)

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