A Chapecoense, enfim, aproveitou uma chance. Na última hora, na última brecha, na última rodada, levando o seu torcedor do desespero à celebração. Não cair para Série C foi algo quase inacreditável. 

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Chapecoense faz o quase impossível e escapa do rebaixamento

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A Chape esteve lá… sentiu o gosto e viveu a angústia de ter que encarar uma volta à terceira divisão depois de 10 anos. Era quase impossível escapar depois de tudo que aconteceu. Foi uma temporada de muito erros e quase nada de acertos. Mas o clube sobreviveu com a força da sua camisa e da sua torcida.

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Um acerto? A contratação de Claudinei Oliveira. Trabalhador, sério, que acima de tudo, soube respeitar a Chapecoense e o seu torcedor, e seguiu trabalhando e encarando as dificuldades de frente. Com serenidade, foi o comandante que a Chapecoense precisava para resistir, para permanecer na segunda divisão. 

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Agora é reconstruir. Mais uma vez. A Chapecoense é forte e vai se reconstruir. Como sempre fez. Mas é preciso rever as referências do futebol. Aquilo que a Chape era expert, com os saudosos Sandro Pallaoro, Maurinho e Cadu, que fizeram a Chapecoense crescer como clube. É preciso respeitar o trabalho feito lá atrás e cuidar mais do clube e de sua torcida. 

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