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Saída

O Figueirense fez o que tinha que fazer

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Por Faraco
20/09/2019 - 22h43
Faixa no estádio Orlando Scarpelli. Foto: Tiago Ghizoni/DC
Faixa no estádio Orlando Scarpelli. Foto: Tiago Ghizoni/DC

O Figueirense fez o que tinha que fazer ao tomar a decisão unilateral de assumir o comando do clube. Um recado que passou sem ser assimilado na noite da última quinta-feira se refere a esta frase que usei como título para esta nota. Com a divulgação das duas mensagens, uma que vinha dos conselheiros e outra que vinha da empresa, era evidente a discordância, apesar de um anúncio para rompimento, assinado e que teria sido aceito pelas duas partes.

A divergência se materializa na medida em que uma nota vai em sentido contrário da outra. Os conselheiros mandaram o seguinte recado: acertamos que vamos romper e estamos em comum acordo. A empresa divulgou a nota no site do clube em que o recado a ser entendido era: nada mudou e ainda mandamos aqui dentro. Uma parte entrava num tom conciliador, que eram os conselheiros. A outra parte entrava num tom de choque.

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Rodrigo Faraco

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Jornalista e comentarista esportivo, sempre atento ao que acontece especialmente no futebol catarinense, faz análises e bastidores dos times do Estado.

rodrigo.faraco@somosnsc.com.br

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