A semana de Champions League foi um recado claro sobre o presente e principalmente sobre o futuro próximo da Seleção Brasileira. Vini Jr. chamou a responsabilidade e foi protagonista na classificação do Real Madrid diante do Manchester City, jogando no mais alto nível que o futebol europeu exige. Feliz, confiante, decisivo, agressivo, impossível de ser contido. Fez os dois gols da vitória do Madrid.

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No mesmo compasso, Raphinha brilhou com autoridade no atropelo do Barcelona por 7 a 2 sobre o Newcastle, com dois gols, duas assistências e participação direta no domínio absoluto do jogo. Não é mais momento de promessa ou expectativa: os dois vivem o auge técnico e têm que assumir o protagonismo que o Brasil e a Seleção precisam.

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Acabou a “Era Neymar”

E esse protagonismo vai ganhar ainda mais peso na semana que começa, quando ambos se apresentam à Seleção Brasileira para os amistosos contra França e Croácia, nos Estados Unidos. Sem Neymar, com um cenário que aponta para um ciclo já em declínio do camisa 10, Vini Jr. e Raphinha passam a ser as principais referências técnicas e emocionais do time que mira a Copa de 2026. Estão chegando grandes.

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É sobre eles que recai a responsabilidade de conduzir uma nova identidade, a personalidade e a referência técnica da Seleção. E é justamente nesse contexto que o Brasil vai ser testado em alto nível. Estarei em Boston acompanhando de perto Brasil x França para o NSC Total, num palco ideal e um desafio gigante para medir o tamanho dessa nova liderança que começa a se consolidar.