O técnico da Seleção Brasileira, Dorival Júnior, pediu paciência a todos em relação a Endrick, o atacante que está encantando com seu futebol e com seus gols – no Palmeiras e já na Seleção.

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Vini Jr. vence! O “algoz de racistas” que o mundo precisa

Ok, tudo bem! A paciência vai existir. Até porque todos sabem como Dorival Júnior é um lançador de talentos. E sempre em sua carreira bancou os jovens nas equipes que dirigia, passando por Filipe Luís, no Figueirense, por Neymar, no Santos, por João Gomes, mais recentemente, no Flamengo, e uma garotada até renegada pela torcida, no ano passado no São Paulo.

Sentença inédita: Torcedores são condenados por insultos racistas a Vini Jr.

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Mas, por favor, Dorival, não repita erros de técnicos anteriores na Seleção. Tite nunca bancou, de verdade, Vini Jr. – mesmo quando já era “o cara” no Real Madrid. Nunca vou esquecer que foi substituído aos 19 do segundo tempo contra a Croácia no Catar. Imperdoável!

As imagens de Endrick na nova Seleção Brasileira de Dorival Júnior

Direto ao ponto: Só o racismo tira de Vini Jr. a bola de ouro

Em 2010, Dunga não levou para a África do Sul, Neymar e Ganso, que eram sensações no futebol brasileiro, no Santos de Dorival Júnior. Quando a Copa apertou contra a Holanda, tinha Josué e Grafite no banco.

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Endrick já é realidade. É puro talento, força, personalidade. É um fazedor de gols. É um garoto que está além dos seus 17 anos, que é destemido, que é agressivo, corajoso, provocador, bom de bola.

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A paciência está dada, mas não demora muito, Dorival. Os adversários, que já temem o garoto Endrick, vão agradecer. E ele não vai se queimar. Vai errar e vai acertar. Já é e vai ser ainda mais. Por favor, Dorival!

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