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    Cientista da UFSC desenvolve linha antisséptica com mais benefícios que o álcool 70%

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    Laine
    Por Laine Valgas
    05/05/2020 - 07h00 - Atualizada em: 05/05/2020 - 09h59
    Fernanda Checchinato
    Fernanda Checchinato
    (Foto: )

    A Engenheira Química e Doutora em Ciência e Engenharia de Materiais pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a cientista Fernanda Checchinato, acaba de criar uma linha de antissépticos para as mãos com mais benefícios que o álcool 70%. 

    Os produtos são os primeiros do Brasil sem álcool na formulação e voltados para uso do público em geral (hoje, existe apenas para uso hospitalar). Devido à inovação do produto e sua relevância, Fernanda foi convidada a fazer parte da campanha #StartupsVsCovid19, promovida pela Comunidade Governança & Nova Economia (Gonew.co), com apoio da Associação Brasileira de Startups (ABStartups).

    A iniciativa reúne as principais soluções criadas por startups para minimizar o impacto da pandemia no país. São dois itens, um gel e um spray, que combatem com 99,9% de eficiência contra bactérias, fungos e vírus como o Coronavírus*, H1N1*, Influenza A*, entre outros*. 

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    “Por não levarem álcool, são mais seguros e não danificam a pele, ao contrário, possuem propriedades hidratantes. Ambos podem ser usados por pessoas de qualquer idade”, afirma. 

    Fernanda Checchinato
    Cientista Fernanda Checchinato.
    (Foto: )

    No caso do spray, ele permanece ativo nas mãos de três a seis horas (sem lavação), eliminando os vírus e bactérias que entram em contato com a pele - diferente do álcool 70%, que evapora rapidamente e só faz efeito na hora. A eficácia se deve aos potentes componentes presentes nos produtos, cujas fórmulas inéditas foram desenvolvidas pela Startup Aya-Tech, que Fernanda fundou. A Linha Gy está à venda em todo o país, em lojas físicas e e-commerce.

    Ação Social: Os produtos serão doados essa semana para o Asilo Irmão Joaquim, de Florianópolis. A ideia é garantir a higienização das mãos dos cerca de 40 idosos que vivem no local, e que por terem a pele mais sensível, devem usar de preferência aplicações sem álcool.

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