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    Refúgio

    Família venezuelana pede ajuda para recomeçar em Santa Catarina

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    Laine
    Por Laine Valgas
    25/11/2019 - 07h26 - Atualizada em: 25/11/2019 - 08h15

    Família Venezuelana
    (Foto: )

    Começo a semana pedindo seu olhar, e coração, de empatia para uma situação que, quem sabe, juntos possamos modificar.

    Trago o pedido de socorro de Osmary Carolina Marín Trinitario, que, acompanhada do marido, Francisco Antônio Benavides e do irmão Tony Jose Reyes, vieram para Florianópolis, em janeiro deste ano, para tentar uma vida longe da crise e da fome na Venezuela.

    Ela deixou lá a filha de 3 anos com a mãe, e também a cunhada com mais 3 crianças, além de um adolescente de 17 anos (uma das crianças é deficiente psicossocial).

    Não tem sido fácil reconstruir a vida: Osmary segue desempregada e faz faxinas. O marido e o irmão conseguiram trabalho em uma fábrica de barcos em São José. Pra piorar, lá fora as condições pioraram, e muito...

    Morando na rua e sem comida

    A filha, a mãe, a cunhada e os sobrinhos de Osmary foram despejados de casa na Venezuela e cruzaram a fronteira sozinhos.

    Neste momento, estão em situação de rua na cidade de Boa Vista, em Roraima: dormem dentro de uma oficina e se alimentam apenas uma vez ao dia, em uma igreja. Pense em como está o coração desta moça então, sem ter o que fazer sozinha, para resgatar sua família desta situação tão lamentável.

    Sorte é que Osmary já fez amigos por aqui – os mesmos que se mobilizam, entre eles nossa leitora Bárbara Cristina Palma Cabral da Conceição, que encabeça uma vaquinha online. A meta é conseguir R$ 5 mil, para conseguir trazê-los de Boa Vista para Santa Catarina.

    Por enquanto, temos R$ 785. Vamos, juntos, aumentar essa arrecadação? Basta entrar aqui e doar o quanto você puder. Os amigos também criaram uma rifa solidária – quem quiser contribuir desta outra forma, pode ligar para a Bárbara no (48) 98466-3562.

    Há, ainda, um grupo no whatsapp para ter ideias e poder ajudar. É possível entrar no grupo clicando aqui.

    "Deixei tudo na Venezuela, tendo a certeza de que atravessar a fronteira ajudaria a minha família. Prometi para minha filha que iria buscá-la, e toda vez que falo com ela, ela me pergunta 'quando você vem me buscar?' e se eu não amo mais ela...", desabafa Osmary. Se depender da gente, querida, irás busca-la muito em breve...

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