O Museu de Arte de Joinville reabriu parte do espaço expositivo, com a exposição “Coleção Rusins: Antopologia e Arte”. A mostra reúne peças da coleção particular do museólogo Alfredo Teodoro Rusins, que foram doadas nos primeiros anos de formação do acervo do MAJ.

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Entre elas, estão obras adquiridas em países da Ásia, África, Europa e também no Brasil, vinculadas a usos e costumes das culturas que representam e que adquirem novas camadas de leituras, quando inseridos em um acervo de arte.

Alfredo Teodoro Rusins (1912-1978) nasceu na Letônia e naturalizou-se brasileiro. Ele atuou como assistente de direção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), onde foi responsável pela Divisão de Arqueologia.

Em Joinville, Rusins deixou extenso legado de incentivo à implantação dos museus locais e à formação dos seus acervos, realizando doações de livros, obras de arte e objetos de arqueologia para o Museu de Arte de Joinville (MAJ), para o Museu Nacional de Imigração e Colonização (MNIC) e para o Museu Arqueológico de Sambaqui (MASJ).

A exposição “Coleção Rusins: Antopologia e Arte” estará aberta ao público no porão do MAJ, até o dia 16 de fevereiro. O horário de visitação é de terça-feira a domingo, das 10h às 16h. A entrada é gratuita e o museu fica na rua XV de Novembro, nº 1400, no bairro América.

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Divulgação/Prefeitura de Joinville/ Obras adquiridas em países da Ásia, África e Europa da coleção particular do museólogo Alfredo Teodoro Rusins integram a exposição

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