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    Câmara de Dirigentes Lojistas defende retirada do Terminal do Centro de Joinville

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    Loetz
    Por Loetz
    20/11/2020 - 13h17 - Atualizada em: 20/11/2020 - 13h38
    foto mostra terminal de joinville no centro antes da pandemia
    Terminal fica em local estratégico do Centro de Joinville (Foto: Salmo Duarte/ Arquivo NSC)

    A Câmara de Dirigentes Lojistas de Joinville quer a retirada do terminal de ônibus no centro da cidade. O presidente reeleito da entidade, José Manoel Ramos (Zeca), defende outras possibilidades de utilização daquele espaço: uma praça, formando um paço municipal dada a proximidade com a sede da prefeitura; ou atrair para o local atividades culturais e, mesmo órgãos do serviço público.

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    A construção de um novo mercado público, proposto por um dos candidatos a prefeito, é, no dizer de Zeca, somente uma sugestão, uma ideia. O líder empresarial lembra que será necessário verificar se há condições técnico-jurídicas para tal, porque um rio passa embaixo do terminal de ônibus do Centro e essa circunstância pode tornar a ideia natimorta, quando submetida à legislação ambiental vigente.

    A CDL criou um comitê, formado por lojistas e proprietários de imóveis da região central para a formulação de propostas a serem levadas ao futuro prefeito de Joinville.

    — Queremos participar das decisões e não que apenas a Secretaria de Planejamento da prefeitura decida e determine. É importante que quem vive ou trabalha na região possa auxiliar nas decisões — afirma Zeca.

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    Sim, o Centro de Joinville necessita muito mais do que uma simples requalificação. Tem de ser pensado como um espaço a ser recuperado para o convívio de pessoas, ao mesmo tempo em que possa voltar a ser um ambiente acolhedor e gerador de mais negócios. Não é por acaso que há dezenas de imóveis desocupados, com placas de aluga-se ou vende-se.

    Claro que a crise econômica no segundo trimestre do ano obrigou a desativação de vários empreendimentos, mas é preciso encontrar causas mais profundas para o abandono do Centro por parte de empresários. E uma das causas é, sem dúvida, a sua deterioração urbanística. Essa situação, reconhecida por todos, exigirá pronta ação do próximo prefeito, a ser eleito no dia 29.

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