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    Coronavírus em Joinville: microempresas estão no fio da navalha, diz Ajorpeme

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    Loetz
    Por Loetz
    15/04/2020 - 14h06
    Foto: divulgação, Ajorpeme
    Foto: divulgação, Ajorpeme

    A Ajorpeme (Associação de Joinville e Região da Micro, Média e Pequena Empresa) está fazendo ampla análise da situação econômico-financeira das empresas a ela vinculadas durante a crise causada a partir do novo coronavírus. O levantamento fica pronto nesta semana.

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    — A situação está bem complicada mesmo. Muitas empresas voltaram a trabalhar nesta semana, mas as dificuldades para continuar são grandes — resume o presidente Adael dos Santos.

    Razões para preocupação não faltam. O que falta é capital de giro. O pior mesmo, na fala do líder da Ajorpeme, é o que acontece com aqueles negócios que ainda não foram autorizados a reiniciar atividades.

    É o caso, por exemplo, das escolas de educação infantil. Estes estabelecimentos só poderão voltar a funcionar a partir de 1º de junho, como manda decreto do governo do Estado, e que está em vigor.

    Adael relata muita apreensão dos donos de escolas de educação infantil.

    — Estamos nos mobilizando, na Ajorpeme, e vamos pedir ao poder público para rever isso. Não se pode fechar uma empresa por 90 dias, e reabrir sem sequelas — se é que será possível reabrir.

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