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Reflexão sobre a importância da vigilância dos prédios públicos

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Por Mário Motta
19/09/2019 - 07h55

Em Florianópolis, uma Unidade Básica de Saúde é (UBS) arrombada e depredada. Em São José, na mesma semana, outra UBS passa pelo mesmo problema de invasão e roubo. Lá, até fiação foi levada, provocando o desligamento da geladeira e a perda de vacinas importantes que estavam armazenadas adequadamente. Por mais que a vigilância eletrônica possa alcançar um número muito maior de locais sob o cuidado de um número bem menor de agentes, certamente ela ainda não tem dado conta da agilidade que a presença humana, física e visual proporciona. Em São José, o contrato com a empresa de vigilância havia terminado há dois dias. Até parece que os ladrões sabiam que, a partir daquele momento, o prédio público estaria à própria sorte. Ainda, em São José, um totem de vigilância da Guarda Municipal foi inaugurado no fim da semana há 80 metros do local e não conseguiu detectar nenhuma movimentação estranha? Outro aspecto importante: os contratos entre entes públicos e empresas de vigilância são bastante caros e parece claro que a resposta efetiva ainda deixa muito a desejar.

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