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Vandalismo: placas de balneabilidade são danificadas no litoral catarinense

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Por Mário Motta
20/01/2020 - 22h22
Tiro no pé - placas são pagas com o nosso dinheiro (Foto: Ascom/IMA)
Tiro no pé - placas são pagas com o nosso dinheiro (Foto: Ascom/IMA)

O Instituto do Meio Ambiente do Estado de Santa Catarina (IMA) alerta os banhistas para os recorrentes atos de vandalismo às placas de balneabilidade. Recém-instaladas em vários pontos do litoral catarinense, a sinalização, especialmente nas praias de Canasvieiras, Cachoeira do Bom Jesus e Ingleses, em Florianópolis, são frequentemente danificadas, o que compromete a saúde da população e turistas.

Em alguns locais, a indicação "imprópria" é alterada para própria, pois a sílaba "im" é irregularmente retirada. De toda forma, o IMA chama a atenção dos usuários para as cores, pois a impropriedade é sinalizada não apenas pela palavra, mas também pela cor vermelha. Por isso, mesmo que alterada, a cor permanece indicando que o local não está adequado para mergulho (como mostram as imagens).

Que interesses levam ao vandalismo?
Que interesses levam ao vandalismo?
(Foto: )

Em outros pontos, a identificação de balneabilidade foi pichada, o adesivo arrancado ou a placa retirada do local. Assim que toma conhecimento do vandalismo, o IMA imediatamente vai ao ponto consertar a indicação. Já as placas pichadas serão substituídas por novas.

Devido ao fato de as placas serem danificadas, vandalizadas, queimadas e até excluídas do local onde foram implantadas para informar a condição do ponto amostrado, o IMA, responsável há mais de 40 anos pelo monitoramento da qualidade da água do mar para banho humano, reforça a solicitação aos banhistas para que acessem o site ou o aplicativo "Praia Segura" para buscar a situação atualizada de cada um dos 231 pontos analisados no litoral catarinense.

Pura falta de cidadania.
Que interesses levam ao vandalismo?
(Foto: )

O IMA destaca ainda que além de ser crime ambiental de acordo com a Lei 9.605/98, o vandalismo às placas de balneabilidade compromete a saúde pública e pode gerar consequências não apenas para os banhistas, mas também para todo o comércio e turismo da região.

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