nsc
    nsc

    Política

    Amin diz que governo agiu muito tarde na votação do veto do BPC

    Compartilhe

    Por Moacir Pereira
    13/03/2020 - 16h33
    (Foto: Diorgenes Pandini / NSC Total)
    (Foto: Diorgenes Pandini / NSC Total)

    Os senadores Esperidião Amin (PP) e Dário Berger (MDB) também votaram pela derrubada do veto do presidente Jair Bolsonaro no aumento do Benefício de Prestação Continuada (BPC), elevando a dotação orçamentária em mais de R$ 20 bilhões ao ano.

    Líder do maior bloco no Senado, Amin justificou os votos e dos que o seguiram, com vários argumentos: 1. A decisão do Congresso Nacional não terá repercussão no Orçamento de 2020. A legislação impede que despesas adicionais  aprovadas no legislativo sem a respectiva rubrica orçamentária só são aplicadas no ano seguinte; 2. Uma parcela da população brasileira caiu da classe média para níveis inferiores; 3. A retomada do desenvolvimento não se registra na velocidade desejada; 4. O governo tinha uma proposta de acordo, mas foi muito lerdo na articulação e chegou tarde. 

    O ex-governador esclareceu que o Palácio do Planalto terá agora nove meses para negociar uma alternativa com o Congresso Nacional. 

    Amin identifica caminhos para solução: o judicial, com ação no Supremo Tribunal Federal, assinatura de Medida Provisória ou Projeto de Lei alterando a lei em vigor resultante da derrubada do veto ou o acordo com o legislativo. 

    — É preciso considerar que nos últimos oito anos a realidade social no Brasil é muito pior.  Importante, portanto, a aprovação do BPC — afirmou o senador.

    Últimas do colunista

    Loading...

    Mais colunistas

      Mais colunistas