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    Reforma da previdência e salários são os desafios do novo secretário de Segurança Pública

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    Por Moacir Pereira
    06/01/2020 - 08h00 - Atualizada em: 06/01/2020 - 08h07
    Paulo Koerich
    (Foto: Artur Moser/Arquivo NSC)

    O comando do sistema de segurança pública de Santa Catarina muda a partir de hoje.  O coronel Carlos Alberto de Araújo Gomes Filho vai transmitir a presidência do colegiado de segurança ao delegado geral da Policia Civil, Paulo Norberto Koerich.   

    O coronel Araújo Gomes continua no comando geral da Policia Militar. Na Secretaria realizou um vitorioso e produtivo trabalho, com redução significativa da criminalidade, dos homicídios e dos roubos em geral no Estado. Foi o que teve melhor atuação entre todas as áreas da nova administração.

    O ato de mudança será às 9h15h no Centro Integrado de Cultura e faz parte do sistema de rodízio na Secretaria de Segurança Pública, definido na reforma administrativa no início do ano passado. No próxima ano assumirá a secretaria o coronel bombeiro militar Charles Vieira e em 2022 o diretor geral do Instituto Geral de Perícias, Giovani Eduardo Adriano.

    O delegado Paulo Koerich é natural de Gaspar e tem larga experiência no setor da segurança. Atuou no Gaeco do Vale do Itajaí e ocupou várias delegacias regionais.

    Ele terá como um dos desafios deste ano a mobilização da Associação dos Praças da Polícia Militar (Aprasc), sobre reposição salarial. Seus dirigentes vem negociando com o governo, alegando que há seis anos não há melhoria nos vencimentos.

    Outra questão ainda mais polêmica refere-se ao projeto de reforma da previdência que está na Assembleia Legislativa do Estado. 

    A PEC elaborada pelo presidente do Iprev, Klever Schmitt, vem recebendo um bombardeio de críticas, pois prevê aposentadoria na Policia Militar com qualquer idade e proventos integrais, e idade minima, com proventos parciais para os delegados de policia, peritos e policiais civis. 

    As associações dos magistrados, do ministério público e de outros agentes políticos criticam os “pacotes” prontos elaborados pelo Iprev, sem participação dos representantes dos órgãos públicos e dos poderes no grupo de trabalho.

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