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“Se o Moisés não fizer as reformas na largada, não fará depois”, avisa Pinho Moreira

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Por Moacir Pereira
06/12/2018 - 05h00 - Atualizada em: 06/12/2018 - 05h00
Pinho e Moisés
(Foto: )

*Por Renato Ígor

 

Rendeu. Essa é a definição na linguagem própria dos jornalistas quando uma entrevista traz manchete, gera notícia. A entrevista em que o governador de Santa Catarina, Eduardo Pinho Moreira, concedeu a mim e ao colega Raphael Faraco no Bom Dia Santa Catarina, ontem, pela NSC TV, trouxe revelações curiosas e importantes. Ele anunciou que autorizou, na terça-feira, a PM a lançar edital para contratar mil pessoas. Afirmou que, com o crescimento da arrecadação, no primeiro semestre de 2019 já será possível contratar.

Até sexta-feira a PM deve ter a data de quando será lançado o concurso. Questionado sobre a dificuldade para aumentar os efetivos, apontou a necessidade de rever as aposentadorias especiais e de estabelecer a idade mínima.

- Isso vai ter que mudar. É necessário. A média de aposentadorias em alguns setores é estarrecedor, afirmou.

Pinho citou na entrevista que, desde o início do ano, 456 policiais militares se aposentaram sem nenhuma reposição.

 

Recado a Moisés

O governador acredita que é preciso cortar benefícios em alguns setores. Entretanto, ele defende que as mudanças devam ocorrer em comum acordo com as categorias, para evitar paralisações e greves.

- O governo novo tem que propor uma mudança, e é no começo que se faz. Se o Moisés não fizer no primeiro ou segundo mês não fará depois.

Ele disse, ainda, que as corporações dominam o país.

 

MDB no governo

Mesmo com as confirmações de dois nomes no futuro governo ligados, historicamente, ao partido, Paulo Eli (Fazenda) e Leandro Lima (Administração Prisional), Pinho diz que o MDB não vai entrar de cabeça no novo governo.

- Definitivamente não. Os dois nomes são técnicos de carreira. Embora todos tenham a sua preferência partidária.

Túnel sim, ponte não

Eduardo Pinho Moreira nunca foi um entusiasta da onerosa obra de restauração da ponte Hercílio Luz. Ele revelou, inclusive, que em 2011 defendeu no governo “abandonar tudo”.   

- Sempre defendi um túnel da Beira-mar para o continente e aterro até Biguaçu.

 

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