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    Comportamento

    Episódio no Oeste é prova do quão necessária é a empatia para melhorar nossas vidas

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    Por Pancho
    08/11/2019 - 08h13 - Atualizada em: 08/11/2019 - 08h41
    Placas no carro
    Foto: Audmara Veronese/arquivo pessoal

    Já passei por situação semelhante à da Audmara, que teve que fixar placas no carro para explicar a baixa velocidade. Certa vez, levando minha mãe ao hospital com dores no abdome, tive que dirigir em baixíssima velocidade. Sempre que eu passava por algum solavanco, por menor que ele fosse e por mais eficiente que fosse a suspensão do carro, ela sentia dores fortes e se contorcia ao meu lado.

    Só percebi o problema quando estava na direção e, por isso, não tive a oportunidade de fixar cartazes na lataria. Resultado: aturei buzinaços, aceleradas e insultos.

    O episódio foi definitivo. Hoje, busco não julgar ou reclamar de alguém que dirige em baixa velocidade, seja na cidade ou na estrada. Sem conhecer as razões que fazem com que motoristas atuem dessa forma, lembro-me da minha saudosa mãe, pratico a tal da empatia e relevo. Evita estresse e indisposição.

    Sinto-me melhor desde então. Melhor comigo e, espero eu, com os demais.

    em.pa.ti. a

    sf.

    1. Psi. Experiência pela qual uma pessoa se identifica com outra, tendendo a compreender o que ela pensa e a sentir o que ela sente, ainda que nenhum dos dois o expressem de modo explícito ou objetivo.

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