Companhia teve receita líquida de R$ 40,8 bilhões no ano passado (Foto: Arquivo NSC Total)
A WEG está projetando investimentos de R$ 3,53 bilhões em 2026, montante que, se confirmado, será superior ao aportado no ano passado – R$ 2,7 bilhões. A multinacional catarinense estimou os valores no balanço financeiro de 2025, apresentado nesta semana, que apontou receita líquida superior a R$ 40 bilhões e lucro de R$ 6,37 bilhões em 2025.
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No documento, a empresa informou que o orçamento de capital prevê esse valor em ativos imobilizados, além de R$ 22,4 milhões em ativos intangíveis, “dando suporte à estratégia de crescimento contínuo e sustentável”.
Entre os projetos previstos no Brasil estão a conclusão dos investimentos na área de T&D (transmissão e distribuição de energia) nas plantas de Betim (MG), Itajubá (MG) e Gravataí (RS), além do início das obras de uma fábrica de máquinas girantes de grande porte em Guaramirim. Só esta planta, que terá 35 mil metros quadrados, deve consumir R$ 900 milhões e gerar mil empregos diretos.
No exterior, estão contemplados investimentos nas novas fábricas de T&D e tintas líquidas no México, na nova fábrica de motores elétricos de alta tensão na China e na nova fábrica de transformadores da Colômbia.
A WEG tem operações, com parques fabris, no Brasil, Argentina, Colômbia, México, Estados Unidos, Portugal, Espanha, Áustria, Alemanha, África do Sul, Argélia, Índia, Itália, Turquia, China, Países Baixos e Austrália, além de presença comercial em mais de 145 países.
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Veja fotos da história da WEG
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WEG nasceu em 1961 em Jaraguá do Sul (Foto: WEG, Divulgação)
Reunião no início da WEG (Foto: WEG, Divulgação)
Os fundadores. Da esquerda para a direita são eles Werner Ricardo Voigt, Eggon João da Silva e Geraldo Werninghaus (Foto: WEG, Divulgação)
WEG compra o terreno e inicia a construção do Parque Fabril I em 1964 (Foto: WEG, Divulgação)
Criação do CENTROWEG. Segundo a empresa, na década de 1960, a região não oferecia treinamento técnico e, por isso, os empresários fundaram o CENTROWEG para capacitar os colaboradores (Foto: WEG, Divulgação)
Produção da WEG nos anos de 1970 (Foto: WEG, Divulgação)
Em 1970, a empresa iniciou as exportações para a Guatemala, Uruguai, Paraguai, Equador e Bolívia (Foto: WEG, Divulgação)
Compra do terreno Parque Fabril II e início da construção da fábrica em 1973 (Foto: WEG, Divulgação)
Produto feito na fábrica (Foto: WEG, Divulgação)
Conforme a WEG, em 1976 a companhia abriu um escritório na Alemanha com uma parceria local, a Motores Jara (Foto: WEG, Divulgação)
O parque Fabril II foi inaugurado em 1977 (Foto: WEG, Divulgação)
Criação da WEG Transformadores e WEG Energia na década de 1980 (Foto: WEG, Divulgação)
Local onde foi instalada a WEG Química na década de 1980 (Foto: WEG, Divulgação)
Em 1988 foi criada a WEG Automação (Foto: WEG, Divulgação)
No início de 1990, a WEG inaugurou filial nos Estados Unidos (Foto: WEG, Divulgação)
Em 1992, WEG inaugura uma das fundições mais modernas da América Latina, segundo a própria empresa, em Guaramirim (Foto: WEG, Divulgação)
Museu WEG (Foto: WEG, Divulgação)
Inauguração da primeira fábrica na China, em 2005 (Foto: WEG, Divulgação)
Construção da fábrica de Transformadores no México, em 2000 (Foto: WEG, Divulgação)
Início da fabricação de aerogeradores em 2011 (Foto: WEG, Divulgação)
Em 2012, ocorreu o primeiro fornecimento em geração de energia eólica. Equipamentos com capacidade de 90 MW foram instalados em parque eólico localizado no Nordeste do Brasil (Foto: WEG, Divulgação)
Nos anos 2000, ocorrem as aquisições das primeiras fábricas no exterior, sendo na Argentina e México (Foto: WEG, Divulgação)
Sede da empresa em Jaraguá do Sul nos dias atuais (Foto: Divulgação)
Vista aérea do parque fabril da WEG, em Jaraguá do Sul (Foto: Divulgação)