Parque deve inaugurar a nova atração em 2028 (Foto: Arquivo NSC Total)
Anunciada em janeiro, a nova área temática do Beto Carrero inspirada no mundo do Bob Esponja será “um marco na nossa história”, promete o presidente do parque multitemático catarinense, Alex Murad. Ele contou à coluna os primeiros detalhes da nova atração, que terá um investimento de quase R$ 1 bilhão – metade do valor do pacote de R$ 2 bilhões que o empreendimento informou em janeiro que irá desembolsar nos próximos anos.
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— É uma área de uma imersão inacreditável. É um projeto absurdo mesmo. E a gente está muito contente de conseguir trazer isso para o Brasil — diz Murad.
O Beto Carrero costuma soltar “spoilers” das novas atrações a conta gotas. Questionado pela coluna, Murad disse que ainda não pode contar tudo. Mas abriu uma exceção para falar um pouco da proposta da nova montanha-russa do parque, que será o carro-chefe da área temática do Bob Esponja.
Veja fotos da história do Beto Carrero
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Construção da primeira praça de alimentação do parque, em 1991. Em 1996 o parque desmontou a lona e montou a nova Praça de Alimentação (Foto: Memórias BCW)
Trabalhadores na construção da Star Mountain, a primeira montanha-russa do Beto Carrero, em 1994 (Foto: Memórias BCW)
Construção da Ferrovia Dinomagic, em 1996 (Foto: Memórias BCW)
Imagem que mostra o Castelo das Nações, porta de entrada do parque, em 2002. A estrutura foi inaugurada em 1997 (Foto: Matheus Homrich, Memórias BCW)
Foto feita da roda-gigante e mostra a estrutura geral do parque em 1995 (Foto: Denise Trajano, Memórias BCW)
Castelo das Nações, inaugurado em 1997, e que abriga bilheteria, cafeteria e administrativo (Foto: Memórias BCW)
Ilha dos Piratas, a segunda atração temática do Beto Carrero (Foto; Everton Pinto, Memórias BCW)
Vista geral do Beto Carrero em 1992 (Foto: Ivan Chulvis, Memórias BCW)
África Misteriosa em ano desconhecido. Show aconteceu até meados de 2011 (Foto: Karina Zoellner, Memórias BCW)
Construção da Ilha dos Piratas, em 1992 (Foto: Ivan Chulvis, Memórias BCW)
Torre do Terror em 1997. Brinquedo foi desativado e saiu do catálogo do parque em 2017 (Foto: Cliomar Costa, Memórias BCW)
Barco Pirata, em 2001. Brinquedo é um dos mais antigos do parque ainda em funcionamento (Foto: Grazy Bernardino, Memórias BCW)
Construção do Castelo das Nações em 1997, ano em que a estrutura simbólica do parque foi inaugurada (Foto: Andreia Reis, Memórias BCW)
Foto de 1994 que mostra a construção da Star Mountain, a primeira montanha-russa do Beto Carrero (Foto: @familia_soares_de_mendonsa)
Sérgio Murad durante o antigo Desfile Geral que ocorria no parque (Foto: Memórias BCW)
Obras na Vila Germânica, primeira área temática do parque, em 1991 (Foto: Léo Beckhauser, Memórias BCW)
Tapete Mágico em 1999, atração radical do Beto Carrero que esteve em operação até 2006 (Foto: Memórias BCW)
Construção da Torre do Terror, em 1997. Foi a maior atração do parque até 2003, quando a Big Tower foi inaugurada (Foto: Memórias BCW)
Star Mountain, a primeira montanha do Beto Carrero, em 1995 (Foto: Emanuel de Oliveira, Memórias BCW)
Construção do Império das Águas, em 2003. É a maior das estruturas do Beto Carrero (Foto: @familia_soares_de_mendonsa, Memórias BCW)
Obras na primeira área temática do parque, a Vila Germânica, entre 1990 e 1991. Ao centro, a ilha que hoje é a Ilha dos Piratas (Foto: Memórias BCW)
Foto da Star Mountain, a primeira montanha-russa do Beto Carrero, em 2005 (Foto: Memórias BCW)
Um dos primeiros postais do Beto Carrero, das ciganas mediavais, com presença de Sérgio Murad (Foto: @felipecarlosvargas, Memória BCW)
Foto aérea da praça de alimentação, construída em 1995 (Foto: Arquivo BCW)
Obra no Castelo das Nações, em 1996. Estrutura foi inaugurada em 1997 (Foto: Arquivo BCW)
Foto feita em frente ao quadro das atrações, em 1996 (Foto: @pit_racoes, Memória BCW)
Vista aérea do parque em 1995 (Foto: Arquivo BCW)
Obra no Castelo das Nações, em 1996. Estrutura foi inaugurada em 1997 (Foto: Arquivo BCW)
Vista geral do Parque Beto Carrero nos anos 1990 (Foto: Arquivo BCW)
Desfile Geral (Foto: Arquivo BCW)
Com investimento de R$ 450 milhões, a atração, que já está em produção, vem sendo desenhada há dois anos em parceria com a Paramount e é tratada pelo parque como uma “obra de arte da engenharia”, com efeitos inéditos no mundo. O percurso terá 1,4 quilômetro de extensão, com pouco mais de três minutos de duração e 18 momentos de “airtime” – a sensação de flutuação, ou o famoso “friozinho na barriga”.
Serão múltiplos lançamentos ao longo do percurso, de frente e de costas, trocas rápidas de trilhos e assentos em duplo nível, quando eles ficam com alturas diferentes, mesmo estando lado a lado. Um dos trechos da montanha-russa será indoor, momento em que os passageiros vão se ver em uma cena do desenho.
Inauguração prevista para 2028
Segundo Murad, a atração será familiar, mas com momentos “apimentados”.
— É um movimento muito audacioso da nossa parte. Realmente a gente está trazendo o chão de parque gringo para o Brasil — diz ele, garantindo que a atração poderia tranquilamente estar dentro de um parque da Disney ou da Universal.
A previsão é que a nova área temática fique pronta para a temporada de verão de 2028. Ela integra, segundo Murad, um movimento de consolidação do Beto Carrero em um parque de proporções e relevância internacionais, com atrações atemporais.
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Bob Esponja e sua turma serão as estrelas de nova área temática do parque (Foto: Beto Carrero, Divulgação)
Complexo hoteleiro
O pacote de R$ 2 bilhões em investimentos do Beto Carrero inclui ainda uma nova área temática inspirada na Galinha Pintadinha, que deve ser inaugurada neste ano, e um complexo hoteleiro.
Segundo Murad, o parque irá construir três hotéis com 200 apartamentos cada, totalizando 600 unidades, e também vai se propor a atrair empreendimentos do gênero de outros investidores, inseridos em uma espécie de grande boulevard com outras atrações turísticas imersivas.
— Não é só simplesmente um quarto. A gente acredita que isso do lado de um parque tem que fazer parte da experiência — avalia.
Para o presidente do Beto Carrero, algumas cidades da região têm perdido espaço de hotéis para empreendimentos imobiliários. Por isso, a importância do movimento.
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— Penha quer crescer em leitos. Daqui a pouco, a gente quer virar o polo de hospedagem de toda a região.