O “bocaiúver” é o perfil criado em rede social que retrata, com bom humor, a pessoa, bem de vida, que desfruta dos prazeres que a vida proporciona, ainda mais para quem vive em área nobre da cidade, como na Rua Bocaiúva. O mesmo vale ao cidadão das redondezas. Rua mais arborizada e charmosa do Centro, a valorizada Trompowsky, também tem os seus “trompowskers”.
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O grande desafio da chamada dinamarquização de Florianópolis, com os bons conceitos de urbanismo e mobilidade trazidos pelo renomado escritório de Jan Gehl, é fazer com que os benefícios das intervenções sejam estendidos, também, a quem mora mais distante: Rio Vermelho, Jardim Atlântico, Forquilhinhas (São José), Tapera e Abraão, por exemplo.
FOTOS: As mudanças em pontos do Centro de Florianópolis previstas em projeto dinamarquês
Nenhuma dúvida de que ficará muito bom para o morador da Rua Trompowsky, que trabalha no Centro e cujos filhos estudam em escola privada na Rua Esteves Júnior, que será revitalizada. A revitalização do Centro e a Marina da Beira-Mar vão mudar a cara do “coração” da cidade.
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Este poderá, se quiser, ir a pé, de patinete ou bike, desfrutando da dinamarquizada Floripa. O desafio é ampliar essa qualidade para a empregada dele, que vem de bairros periféricos, fica presa no trânsito e, se bobear, nem calçada tem em sua rua.








