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    Infectologista propõe mudança no projeto que prevê volta às aulas em Santa Catarina 

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    Por Renato Igor
    19/05/2020 - 08h18 - Atualizada em: 19/05/2020 - 09h58
    Aulas presenciais estão suspensas pelo governo do Estado até o final de maio (foto: Betina Humers, Arquivo NSC)
    Aulas presenciais estão suspensas pelo governo do Estado até o final de maio (foto: Betina Humers, Arquivo NSC)

    A médica infectologista Regina Valim não discorda totalmente do projeto de lei apresentado pelo deputado estadual João Amin (PP) e que propõe a volta às aulas em Santa Catarina. O parlamentar defende a retomada gradual a partir de 17 de junho (ensino infantil), 1º de julho (ensinos fundamental e médio) e 15 de julho (ensino superior, cursos técnicos e do serviço educacional de forma geral).

    A especialista, entretanto, acredita que as crianças deveriam ser as últimas a voltar ao convívio escolar. Valim pensa que o melhor seria a volta, pela ordem, de alunos do ensino médio, superior e, por fim, do ensino infantil.

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    - Devemos pensar em retomada de atividades aos poucos no nosso Estado. As crianças eu deixaria por último, por serem portadoras assintomáticas, não só da Covid-19 mas também de outros vírus como o influenza - explica.

    A médica Regina Valim, que já participou com o governador Carlos Moisés dos balanços de fim de tarde dos números do novo coronavírus em Santa Catarina, acredita que o Estado tem uma situação diferenciada.

    - A volta às aulas é uma possibilidade. Nós temos uma situação bastante confortável se compararmos com outros estados, na ocupação de leitos de UTI, por exemplo - finaliza.

    Confira a entrevista com a médica infectologista Regina Valim:

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