A Prefeitura de Florianópolis estuda a utilização de aterros abandonados há décadas para a implantação de moradia social. A ideia é destinar parte das áreas aterradas da Baía Sul e da Via Expressa Sul para essa finalidade. Está em elaboração, inclusive, um master plan para a região do Saco dos Limões.

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O superintendente da Secretaria do Patrimônio da União (SPU) em Santa Catarina, Juliano Luiz Pinzetta, afirmou, em entrevista ao programa Conversas Cruzadas, da CBN Floripa, que a intenção do governo federal é destinar essas áreas à moradia social por meio do programa Imóvel da Gente.

“Já existem tratativas da União com a prefeitura de Florianópolis nesse sentido”, afirmou Pinzetta.

Historicamente, o governo federal demonstra desleixo e se mostra um péssimo gestor do próprio patrimônio. Três prédios públicos da União na Capital são exemplos disso. Dois deles estão localizados na Avenida Mauro Ramos: o antigo almoxarifado do INSS e o prédio do Ibama, ambos em situação deplorável e sem qualquer uso.

Há, ainda, o grande prédio do INSS na Avenida Ivo Silveira, no bairro Capoeiras, que está condenado e também sem utilização.

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Pinzetta informa que há tratativas para a transferência do imóvel do antigo Ibama à UFSC, com a finalidade de implantação de moradia estudantil. Já em relação aos dois imóveis do INSS, existe a possibilidade de venda ou destinação para outro uso público.