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    Temporada com ambulantes clandestinos nas praias de Florianópolis 

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    Renato
    Por Renato Igor
    25/12/2019 - 17h56
    Temporada começa com desafio que fiscalizar os ambulantes clandestinos (Foto: Paulo Filgueiras/ arquivo pessoal)
    Temporada começa com desafio que fiscalizar os ambulantes clandestinos (Foto: Paulo Filgueiras/ arquivo pessoal)

    A temporada de verão começa com o desafio de fiscalizar e coibir os vendedores ambulantes clandestinos nas praias de Florianópolis. No feriadão de natal, com tempo bom e praia, já deu para sentir como será a temporada de verão. Em Jurerê Internacional, por exemplo, os vendedores não oficiais trabalharam livremente. É até difícil ver o mar, dependendo de onde a pessoa escolheu para sentar. São lojas ambulantes que cobrem a paisagem, bares sobre rodas e tudo quanto é tipo de objeto para vender.

    A prefeitura da capital promete aumentar a fiscalização. A SUSP dispõe de 25 fiscais e foram chamados mais cinco para ajudar no verão. Além disso, a prefeitura contratou uma empresa terceirizada que conta com 63 fiscais no combate aos ambulantes não cadastrados.

    Foi firmado, ainda, um convênio com a Polícia Militar e desde o dia 1° de novembro a PM pode fiscalizar tanto estabelecimentos comerciais, exigindo o alvará de funcionamento, como também na repressão dos vendedores clandestinos. O acordo prevê que a PM ficará com 20% dos recursos obtidos no município com as taxas de alvará.

    PM e servidores da prefeitura atuando na fiscalização no último dia 21 de dezembro
    PM e servidores da prefeitura atuando na fiscalização no último dia 21 de dezembro
    (Foto: )

    Mas, de nada adianta fiscalizar, se o consumidor continuar comprando dos clandestinos. Além de estimular à ilegalidade, não se sabe a procedência dos produtos e tampouco se há segurança alimentar. Quem compra do clandestino estimula a concorrência desleal. Trata-se de um problema social, são pessoas que estão lutando para sobreviver, é verdade. Mas não é permitindo o irregular que iremos resolver o problema. Investir em educação e capacitação profissional deveriam ser o caminho.

    Flanelinha

    Motoristas que foram à Barra da Lagoa neste dia 25 de natal se depararam com flanelinhas no entorno do Projeto Tamar. O local é público e não há, por enquanto, estacionamento público rotativo. O mesmo ocorreu na rua Dante de Patta, nos Ingleses. Implementar o Zona Azul com fiscais é a solução, além, claro, das autoridades não permitirem a extorsão praticada pelos flanelinhas.

    Hoje (25) não houve fiscalização da prefeitura. O mesmo irá ocorrer no dia primeiro de janeiro, feriado.

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