Mais uma Copa do Mundo começa no próximo domingo (20). Dessa vez com expectativa maior pelo país sede escolhido, o Catar, o primeiro a receber um Mundial de futebol na história do Oriente Médio.

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Costumes diferentes, jogos somente na capital e em estádios moderníssimos, um trilhão de investimentos no evento, enfim, calor acima da média e época totalmente diferente de todas as Copas anteriores. Clima de Natal para nós, brasileiros.

A Copa do Mundo que eu vi e vivi

Na Copa de 2014

Lembro da abertura da Copa do Mundo de 2014, no Brasil. Show em Itaquera, estádio do Corinthians, com Jenifer Lopes, Claudia Leite, entre outros, no espírito verde e amarelo. Com a bola rolando, vitória brasileira contra a Croácia, por 3 a 1, anunciando que aquela poderia ser a nossa Copa. Ledo engano.

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Foi a Copa do fiasco mundial contra a Alemanha, que, por sinal, viria a ser campeã em uma grande final diante da Argentina, no Maracanã.

Uma Copa do Mundo no Brasil em que a nossa Seleção só jogaria no Maracanã, o templo sagrado do futebol, se chegasse à final não podia dar certo. Não chegamos e o Rio de Janeiro não viu nossa Seleção. Talvez fosse melhor.

Eu estava no Maracanã

Eu estava lá. Fui na quinta à tarde daquela semana cheia de esperança no Brasil. Fiquei no Regina Hotel, tradicional no Flamengo. Uma das estações do metrô para o Maracanã fica bem pertinho, quase na esquina. Passei a sexta e o sábado no centro de imprensa do estádio, fazendo matérias sem graça, comentários na programação da CBN sem o Brasil na final.

Os argentinos deram show no metrô, no aterro do Flamengo, em Copacabana. Assumiram o Rio de Janeiro. A Argentina foi melhor no jogo, e nada de gol. Na prorrogação deu Alemanha, por 1 a 0.

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Na solenidade final da Fifa, eis que a entidade escolhe Messi como o melhor da Copa. Absurdo! Até o jogador foi receber o troféu de cabeça baixa, fazendo sinal de negativo. Uma espécie de constrangimento, pois ele próprio sabia que não fora o melhor.

Naquela final, um jogador foi o grande destaque e escolhido por todas as emissoras de rádio e de televisão: Mascherano, da Argentina. Somente a Fifa não viu.

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