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Vai, Brasil

O que esperar da abertura da Copa da Rússia

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Roberto
Por Roberto Alves
02/05/2018 - 23h03
(AFP PHOTO / STEPHANE DE SAKUTIN)

O show de abertura de uma Copa do Mundo sempre é esperado com grande expectativa. Entre os melhores que vi está o da estrela colombiana Shakira, com a “Waka Waka”. Artistas locais da música africana, como Vusi Mahlasela, e o internacional Black Eyed Peas complementaram o show.

Johanesburgo viveu o espetáculo numa noite de brilho. Depois disso, vem a primeira empolgação do povo com o jogo de abertura. O que será que a Rússia está aprontando?

 

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Novo formato

Informações vindas de Moscou dizem que a Rússia fará uma abertura com tempo menor de duração do que tivemos na África do Sul e no Brasil. Terá um novo formato, cujos detalhes não foram revelados. A respeito de boicote sobre a abertura da Copa, o diretor Alexey Sorokin disse que “cada pais é livre para participar ou não”. É que o Reino Unido e a Polônia estão ameaçando não participar.

 

Fraco

A imprensa especializada internacional considerou a abertura da Copa no Brasil em 2014, no Itaquerão, uma das mais fracas da historia. Realmente foi. Shakira, Cláudia Leite, Jennifer Lopez, entre outros, não empolgaram. Nem a presença da modelo internacional Gisele Bündchen. Como ressalva, o show foi dirigido pelo italiano Franco Dragone.

 

Recordação

No Mineirão, em 2014, reencontrei um velho amigo que foi repórter no início da carreira na antiga TV Cultura ou RCE TV. Ascânio Seleme era editor-chefe e hoje é colunista de O Globo, no Rio. O papo foi tão bom que quando nos demos conta o jogo Brasil e Chile já tinha começado. Jogo difícil e ruim, que acabou indo para os pênaltis. Nossa conversa foi melhor.

 

Última entrevista

Teixeira Heizer começou na emissora Continental do Rio. Era um dos mais importantes do Brasil. Veio a Florianópolis cobrir o acidente aéreo com Nereu Ramos, o governador Jorge Lacerda e o deputado federal Leoberto Leal. Encantou-se com a Ilha. Virou amigo do narrador Fernando Linhares da Silva. Quando lhe disse que era de Florianópolis, me deu uma aula sobre a cidade. Eu queria falar da Copa e ele nada. Já estava como comentarista da SporTV. Morreu há dois anos.

 

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Colunista

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Referência por resgatar a memória do Esporte catarinense, fatos do dia a dia e pitorescos, misturando bom humor e seriedade na dose certa.

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