Preço da cesta básica tem variação de 25,7% em supermercados de Joinville

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*Interino Roelton Maciel|
O colunista Jefferson Saavedra está de férias e volta a escrever neste espaço no dia 8 de março

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Pesquisa do Procon em oito supermercados de Joinville, realizada no começo do mês, aponta uma variação de 25,7% no preço total da cesta básica. A cesta mais barata somou R$ 199,09 em produtos, enquanto a mais cara ficou em R$ 250,42. O preço médio foi de R$ 224.59, uma redução de 4,8% em relação ao mês anterior. O item que mais barateou desde janeiro foi o quilo do tomate, -23,49%. O que ficou mais caro no período foi o doce de frutas, com aumento de 21,49%.

“Carlitaço”
O ex-prefeito de Joinville, Carlito Merss (PT), voltou à tona nas redes sociais. Ele anunciou publicações semanais sobre temas da comunidade, em um espaço que batizou de “Carlitaço” em sua página no Facebook. O texto inaugural, na semana passada, tratou de saneamento, com destaque para ações em seus tempos de prefeito e alfinetadas indiretas à atual gestão. A publicação desta semana, sobre Carnaval, não teve indiretas a ninguém.

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Animais de criação
Relatório curioso da Cidasc lista uma série de animais de criação legalizados em Joinville. O passarinho mais comum na cidade é o Canário Belga, com 29,9 mil exemplares cadastrados. Em seguida aparecem o canário comum (1 mil) e o Trinca-ferro (742). Há também 250 mil galinhas, quase 15 mil bovinos e 2,5 mil equinos. Entre outros bichos, aparecem dois jacarés e uma cobra jiboia.

Doação de sangue
O Hemocentro de Joinville abre as portas em horário especial hoje, das 13 às 18h15, para receber doações de sangue. Em épocas como o Carnaval, que há menos oferta por parte dos doadores e, muitas vezes, maior demanda por causa dos acidentes, o estoque fica com níveis abaixo da média.

Colégio Militar
O ano letivo começa hoje para as duas turmas do sexto ano do ensino fundamental no Colégio Policial Militar Feliciano Nunes Pires, unidade Joinville. As aulas ocorrem na Escola Osvaldo Aranha, no bairro Glória. Os 70 alunos terão dois professores militares e os demais são civis. O colégio não é quartel, mas a rigidez é regra: um militar na função de monitor observará o horário de chegada dos alunos, se o cabelo está cortado, a roupa passada e os sapatos em ordem, por exemplo. 

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