O avião que o vice-presidente Geraldo Alckmin utilizava para voltar ao Brasil depois de viajar ao México apresentou uma “falha” em uma de suas mangueiras semi-hidráulicas durante uma parada em Cali, na Colômbia, nesta sexta-feira (29). A informação foi confirmada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC).
Como medida de cautela, a Força Aérea recomendou que Alckmin permaneça na Colômbia até que outro avião seja deslocado para o local para levá-lo de volta a Brasília. O pouso está previsto para acontecer às 21h, ainda desta sexta-feira.
A comitiva de Alckmin contou a presença do ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, da ministra do Planejamento, Simone Tebet; e da secretária-geral do Ministério das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha.
Os presidentes da ApexBrasil, Jorge Viana; da Conab, Edegar Pretto; da Anvisa, Leandro Safatle; e representantes do Ministério da Saúde, Fiocruz e Instituto Butantan; além de empresários e da Confederação Nacional da Indústria (CNI), também participam da viagem.
Segunda a pasta, “todos estão bem e em segurança”.
Viagem tem relação com o tarifaço
A viagem foi feita para ampliar as relações comerciais entre o Brasil e México para buscar alternativas para os produtos brasileiros depois do tarifaço dos Estados Unidos. Nos próximos 12 meses, uma proposta de ampliação dos acordos já em vigência de comércio exterior e investimentos será analisada pelos dois países.
Na quinta-feira (28), Alckmin afirmou que a conversa fez parte de um “trabalho bastante amplo e bastante proveitoso”.
— Vou levar ao presidente Lula uma boa notícia de que o Brasil e o México estão mais próximos em benefício das nossas populações e como motor do desenvolvimento da América Latina — disse.
*Matéria em atualização
**Com informações do g1
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