Azeites de oliva devem ser recolhidos após suspeita de comércio clandestino; saiba quais

Empresas adulteravam e multiplicavam o produto com a adição ilegal de óleo de soja em uma fábrica clandestina, segundo Ministério da Agricultura e Pecuária

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Marcas de azeite deverão ser retiradas de circulação por comerciantes, varejistas e atacadistas (Foto: Pixabay, Divulgação)

O Ministério da Agricultura e Pecuária determinou o recolhimento de 10 marcas de azeites de oliva de circulação, após identificar um esquema de importação, adulteração, embalagem, rotulagem e comercialização clandestina de produtos fraudados. As informações são do g1.

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As marcas que deverão ser retiradas de circulação por comerciantes, varejistas e atacadistas são:

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  • Terra de Óbidos;
  • Serra Morena;
  • De Alcântara;
  • Vincenzo;
  • Az Azeite;
  • Almazara;
  • Escarpas das Oliveiras;
  • Don Alejandro;
  • Mezzano;
  • Uberaba.

Segundo o Ministério, a medida é cautelar e decorre da Operação Getsêmani. A ação identificou que as empresas alvo importavam azeite de oliva de forma regular, adulteravam e multiplicavam o produto com a adição ilegal de óleo de soja em uma fábrica clandestina com condições de higiene precárias, para posterior distribuição em estabelecimentos varejistas do Rio de Janeiro e de outros Estados.

O Ministério informou que, após o recolhimento, os fornecedores devem comunicar o canal Fala.BR para que seja realizada a devida ação fiscal para a correta destinação desses produtos.

Já os consumidores que adquiriram esses produtos fraudados, o governo orienta deixar de consumi-los e solicitar a substituição. Além disso, é necessário comunicar o Ministério da Agricultura o estabelecimento e endereço onde foi adquirido o produto, pelo canal Fala.BR.

Saiba mais sobre a operação

A Operação Getsêmani foi realizada entre os nos dias 6, 7 e 8 de março. Na ação foi realizado o fechamento cautelar da indústria, apreensão de 104.363 litros de azeite de oliva fraudados e de diversos tipos de rótulos e embalagens.

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Além da composição desconhecida, foram encontradas produção e comercialização em condições higiênico sanitárias impróprias em estabelecimento clandestino.

O g1 entrou em contato com as dez empresas pedindo um posicionamento sobre a determinação do governo, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

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