Brasil sobe cinco posições no ranking global de IDH, mostra ONU

Melhor colocação se dá pelo aumento da renda nacional bruta per capita e à recuperação nos indicadores de saúde, segundo levantamento

Compartilhe:
Brasil sobre 5 posições no ranking global de desenvolvimento, mostra ONU

País saiu da 89ª para a 84ª colocação na lista que avalia 193 nações (Foto: Banco de Imagens do Canva, Reprodução)

Os brasileiros têm um motivo para comemorar na manhã desta terça-feira (6). Isto porque o ranking global do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) mostrou que o Brasil subiu cinco posições, saindo da 89ª para a 84ª colocação na lista que avalia 193 nações. As informações são do g1.

Continua após a publicidade

Clique aqui para receber as notícias do NSC Total pelo Canal do WhatsApp

Indicador criado pela ONU, o IDH mede o progresso dos países com base em três dimensões: expectativa de vida, acesso à educação e renda per capita. A pontuação do Brasil subiu para 0,786 em uma escala que vai de 0 a 1. Funciona assim: quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento humano. Por isso, um IDH entre 0,700 e 0,799 é considerado “alto”.

Continua após a publicidade

Renda nacional bruta e saúde “puxam” melhora

A melhor colocação do Brasil se dá pelo aumento da renda nacional bruta per capita e à recuperação nos indicadores de saúde. Após os impactos da pandemia de Covid-19, a expectativa de vida dos brasileiros voltou a crescer.

O desempenho na área de educação, no entanto, continua estagnado. O tempo médio de estudo da população continua abaixo da média dos países com IDH alto, o que ajuda a explicar por que o país ainda não está entre os mais bem colocados do mundo.

O Brasil ficou acima da média global de IDH, que é de 0,739. Ainda assim, a lista aponta que o país ainda está distante das nações com IDH muito alto — grupo que é liderado por países como Suíça, Noruega e Irlanda.

Em comparação com países da América Latina e Caribe, o Brasil ocupa uma posição intermediária. O país está atrás do Chile (IDH 0,855), Argentina (0,849) e Uruguai (0,809), mas à frente de Paraguai (0,728), Bolívia (0,693) e Venezuela (0,691).

Continua após a publicidade

Desigualdades entre regiões

Ainda que tenha tido um melhor desempenho, o documento serve de alerta para as desigualdades internas no Brasil. O IDH municipal, por exemplo, apresenta uma variação grande entre regiões e evidencia disparidades de acesso à saúde, educação e renda dentro do próprio país.

Quais são os melhores colocados no ranking?

  • Islândia
  • Noruega
  • Suíça
  • Dinamarca
  • Alemanha
  • Suécia
  • Austrália
  • Hong Kong (China)
  • Holanda
  • Bélgica

*Sob supervisão de Luana Amorim

Continua após a publicidade

Leia também

Sopa de legumes, janelas fechadas e proibição de bolo: as curiosidades que cercam o conclave