Catarinense na Forbes preside entidade de sistema que fatura R$ 848 bilhões

Tânia também é presidente da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), segundo a Forbes

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Tânia Zanella, de 50 anos e natural de Ipumirim, é uma das catarinenses presente na Lista Forbes das 100 Mulheres Poderosas do Agronegócio (Foto: Redes sociais, Reprodução)

Tânia Zanella, de 50 anos e natural de Ipumirim, no Oeste catarinense, é uma das catarinenses presente na Lista Forbes das 100 Mulheres Poderosas do Agronegócio, divulgada pela revista Forbes na última quinta-feira (15). Além de ser reconhecida pela sua importância na área, Tânia também é presidente da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), segundo a Forbes.

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Tânia chegou no Sistema OCB, organização máxima de representação e defesa do cooperativismo no país, em 2008 como analista. Dezessete anos depois, a advogada assumiu o comando. Natural de Ipumirim e formada na Universidade do Vale do Itajaí (Univali), Tânia já foi gerente de Relações Institucionais, gerente-geral e, em 2021, se tornou superintendente nacional da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

Em 2025, quando a OCB separou a gestão executiva do conselho, a mulher foi eleita a primeira presidente executiva da entidade, segundo a Forbes. Agora, a profissional responde por um sistema que recebeu R$ 848 bilhões em receitas em 2025, dos quais R$ 487 bilhões vêm do agro.

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A meta que Tânia pretende alcançar é de R$ 1 trilhão de exportações em dois ou três anos. Além disso, a profissional também preside o Instituto Pensar Agropecuária, braço técnico da bancada do bancada do agro no Congresso. Tânia também integrou a primeira edição da “Lista Forbes As 100 Mulheres Poderosas do Agro”, em 2021.

Lista conta com mais catarinenses

A Forbes Brasil lançou a lista das “100 Mulheres Poderosas do Agro” no Dia Internacional da Mulher Rural, celebrado em 15 de outubro. A lista contém nomes que estão transformando diferentes segmentos do setor.

Além de Tânia, a lista contém outras duas mulheres catarinenses. Entre elas, Ana Paula Zapelini, doutora em Ciência dos Alimentos pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), é reconhecida pela criação do primeiro protocolo oficial do Brasil para monitorar contaminantes de petróleo em peixes e frutos do mar.

Ana Paula trouxe uma proposta inovadora, barata e de fácil reprodução: adaptar uma máquina de café expresso para análise de derivados de petróleo em peixes e frutos do mar.

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Giulia Fabrin Scussel, de 29 anos e natural de Chapecó, no oeste catarinense, também está na lista. A jovem é a primeira mulher a presidir a Federação das Associações de Apicultores e Meliponicultores de Santa Catarina (Faasc), que atualmente reúne 53 associações.