Felipe Neto e Whindersson Nunes oferecem ajuda a menina de dez anos que engravidou após estupro

Via Twitter, os dois ofereceram arcar com custos de educação e assistência psicológica até que a menina atinja a maioridade

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"Não consigo parar de pensar na menina", escreveu Felipe Neto (Foto: YouTube)

Felipe Neto e Whindersson Nunes ofereceram ajuda financeira à menina de dez anos que engravidou após ser estuprada pelo tio – o assunto esteve entre os mais comentados das redes sociais ao longo do final de semana. 

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Tanto o youtuber quanto o humorista fizeram as postagens oferecendo ajuda no Twitter: Felipe Neto disse que gostaria de pagar pelos custos de educação da menina até o fim da faculdade; enquanto Whindersson se ofereceu para arcar com assistência psicológica até que ela complete 18 anos.

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“Não consigo parar de pensar na menina”, escreveu Felipe Neto. “Alguém da família, por favor, entre em contato pelo email da minha bio. Eu me disponho a arcar com todos os custos de educação dela até o fim da faculdade. Num mundo de injustiças e desigualdades, que ela possa receber a melhor arma possível. Eu não tenho ideia de como contactar a família. Se tivesse, não twittaria. Preciso que eles entrem em contato.”

Whindersson criticou as pessoas que estavam defendendo que a menina não deveria ser autorizada a abortar: “A terra devia estar em paz com tantos Jesus nas redes sociais, tantos imaculados”, ironizou. “Me preocupa o tanto de atrocidades que essa criança vai ouvir no decorrer da vida. Alguém da família entre em contato, quero ajudar com toda assistência psicológica até os 18 anos.”

No dia 8 de agosto, uma menina de 10 anos de idade foi levada para ser atendida no Hospital Roberto Silvares, em São Mateus (ES), onde foi constatada a gravidez. A criança declarou ter sido sexualmente abusada pelo tio desde os 6 anos de idade.

O juiz Antônio Moreira Fernandes, do Tribunal de Justiça do Espírito Santos, atendeu a um pedido do Ministério Público Estadual (MP-ES) no último sábado (15) e permitiu que a menina realizasse o aborto. A criança precisou se deslocar a outro Estado para fazer o procedimento, já que o hospital em que ela estava internada se recusou a efetuar a interrupção da gravidez.