O que fazer em Florianópolis no inverno?

NSC Total reuniu dicas de passeios para fazer durante a época mais fria do ano

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Mercado Público é uma boa opção para comer tainha, prato típico da cidade (Foto: Tiago Ghizoni, NSC Total)

Mercado Público é uma boa opção para comer tainha, prato típico da cidade (Foto: Tiago Ghizoni, NSC Total)

Florianópolis recebe muitos turistas durante o verão. O atrativo é óbvio: são 42 praias espalhadas por todas as regiões da Ilha. Contudo, a cidade tão badalada nos meses mais quentes também oferece opções de lazer durante o inverno. 

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Dá de comer tainha com preço mais barato, tomar quentão em alguma das festas do Divino Espírito Santo e ainda curtir a gastronomia da Ilha sem ficar horas esperando em filas dos restaurantes famosos. 

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Para ajudar quem vem visitar a cidade ou mora aqui e quer fazer algo diferente no inverno, O NSC Total oferece algumas opções de lazer. Veja abaixo. 

Comer tainha no Mercado Público 

A temporada de pesca da tainha começa no outono, mas só termina em junho — já durante o inverno. O preço é mais barato pela grande oferta do peixe. Para degustar, Florianópolis tem vários restaurantes em várias praias. Uma boa opção é saborear a tainha em um dos boxes do Mercado Público de Florianópolis, no Centro. O local é tradicional e cartão-postal da Ilha. 

Dá de comer tainha frita (em posta ou inteira) ou assada acompanhada de batatas. Não pode faltar farofa de ovas para acompanhar o peixe. Os preços não variam muito entre os restaurantes e oferecem opções individuais e para duas pessoas.

Curtir as festas do Divino, juninas, julinas e agostinas

A partir de maio, ocorrem nas igrejas de Florianópolis festas do Divino Espírito Santo. Além de celebrar a tradição católica da data, esses eventos geralmente têm elementos de outra manifestação da cultura popular: a festa junina. 

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Seja promovidas por associações de bairros, escolas ou clubes de futebol, há festas juninas em quase todos os bairros da cidade. 

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Fazer trilha sem calor e sem cobras

As trilhas são uma boa opção em qualquer época do ano, mas no inverno é possível ter mais tranquilidade ao percorrer os percursos por pelo menos dois motivos: está mais fresco e, sem o calor, a chance de encontrar cobras diminui.

Os répteis costumam hibernar durante o período de mais frio, segundo os biólogos. Como esses animais habitam as rotas que são usadas pelos trilheiros, não encontrá-los torna a aventura menos perigosa. 

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Curtir os restaurantes de praia sem lotação 

Florianópolis é uma das dez cidades criativas da gastronomia, título concedido pela Unesco. Os pratos tradicionais são atrativos de vários restaurantes em cantos diferentes da Ilha. A dica aqui é aproveitar para conhecer os mais badalados (como em Santo Antônio de Lisboa e no Ribeirão da Ilha). 

Isso porque durante o verão, esses locais costumam ter filas de espera em razão da alta procura.

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Conhecer a Ilha do Campeche 

A Ilha do Campeche é um dos pontos turísticos mais famosos de Florianópolis. No verão, a visita ao local é disputada por turistas e moradores já que há lotação e limite de pessoas que podem estar por dia no local. 

Agora no inverno, nos dias mais quentes, é possível ir até lá sem muito transtorno já que a procura é menor. 

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Ver o pôr do sol na Beira-Mar Norte e em Santo Antônio de Lisboa

O pôr-do-sol em Santo Antônio de Lisboa é lindo em qualquer época do ano e por isso ele está nesta lista. Mas há uma vantagem no inverno: a pequena faixa de areia da praia do Norte da Ilha fica menos lotada e assim dá de chegar em cima da hora e ainda sim conseguir um cantinho. 

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Outra opção é a Beira-Mar Norte. Moradores da região dizem que nessa época do ano o sol se distancia dos prédios ao fim do dia quando se põe. É imperdível. 

Comer em dos cafés coloniais nas cidades próximas 

Outra opção é comer em algum dos cafés coloniais que ficam em cidades da Grande Florianópolis. Tem opção de consumo livre pagando um preço fixo ou também por quilo. 

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Os cafés coloniais mais tradicionais ficam em cidades como Rancho Queimado, São Bonifácio e Santo Amaro da Imperatriz. 

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