São José tem serviços de educação e saúde afetados pela greve

43 escolas estão com as atividades paralisadas nesta quarta-feira (1º)

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Servidores grevistas rejeitaram proposta da prefeitura em assembleia (Foto: Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público de São José, divulgação)

A greve dos servidores municipais de São José, na Grande Florianópolis, afeta os serviços de educação e saúde. Nesta quarta-feira (1º), 43 escolas estão com as atividades paralisadas. Nas Policlínicas, a adesão dos funcionários à greve suspende atendimentos especializados.

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Um balanço divulgado pela prefeitura aponta que apenas 16 Centros de Ensino Infantil (CEIs) e 4 Centros Educacionais Municipais (CEMs) funcionam normalmente nesta quarta. Ao todo, o município conta com 39 CEIs e 24 CEMs.

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Em relação à saúde, a prefeitura diz que apenas 3% dos servidores aderiram ao movimento grevista e que o atendimento em unidades paralisadas está sendo feito em locais próximos.

A reportagem do Hora de Santa Catarina ligou para as Policlínicas de Barreiros, Forquilhinha e a Regional. Nas duas primeiras foi relatado falta de profissionais especialistas, contudo, o atendimento segue ocorrendo nas unidades.

A greve dos servidores teve início na terça-feira (31). O primeiro dia de paralisação foi marcado confusão na prefeitura. Um grupo de manifestantes rompeu o bloqueio feito por agentes da Guarda Municipal no prédio.

Equipes da Polícia Militar chegaram a ser acionadas. Na confusão, uma agente da GM ficou ferida na confusão e precisou ser encaminhada para o hospital. Um boletim de ocorrência deve ser registrado.

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Não há previsão de retomada dos serviços pelos manifestantes em greve. O grupo pede chamamento de concursados e reajuste no vale-alimentação. Uma proposta enviada pela prefeitura foi rejeitada pelo grupo.

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